Como proceder para doar órgãos em vida?

Para doação de órgãos em vida é necessário manifestar seu desejo voluntariamente aos familiares e passar em consulta para avaliação médica feita pela equipe de transplantes que acompanha o receptor. Pela legislação atual, podem ser doadores em vida parentes até quarto grau ou cônjuges. As pessoas ?não parentes? ou fora desta condição de parentesco só poderão ser doadores em vida com autorização judicial. O doador vivo deve ter perfeita condição de saúde, ou seja, não sofrer de diabetes, hipertensão e outras doenças crônicas ou infecto-contagiosas. Os exames necessários para estudo do doador dependerão do órgão a ser doado. Há necessidade de exames de sangue e avaliação radiológica específica do órgão, que inclui ultra-som, tomografia e até exames mais invasivos, como a arteriografia. Exames cardiológicos e pulmonares também são pedidos. Os órgãos passíveis de doação em vida são o rim, pulmão, parte do pâncreas e parte do fígado. A doação deve ser voluntária, sem coação. Nestas situações, é uma alternativa mais rápida para o transplante (não dependerá da chegada de um órgão de doador falecido) e com compatibilidade genética (quando oriundos de consangüíneos). * trabalha na área de coordenadoria do Programa de Transplantes de Pâncreas do Hospital Israelita Albert Einstein

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