Congresso discute trabalho do Samu

Desde que surgiu, em 2003, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192) contribui para mudar o perfil do atendimento de emergências no Brasil. O programa, criado pelo Ministério da Saúde, ajuda a reduzir mortes e seqüelas decorrentes de acidentes e outras situações de risco. Para avaliar o desempenho do Samu em todo o país e melhorar a qualidade do serviço, o Ministério da Saúde promove em Brasília, entre os dias 20 (próxima segunda-feira) e 23 de março (quinta-feira), o primeiro Congresso da Rede Nacional Samu 192. O evento contará com a participação de profissionais que compõem as equipes de urgência e emergência, coordenadores de urgência, gerentes e gestores de serviços, secretários estaduais e municipais, representantes de universidades, bombeiros e membros da Polícia Rodoviária Federal, Marinha e Aeronáutica. "Os anos de 2004 e 2005 foram dedicados à implantação do serviço", lembra a coordenadora Geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Irani Ribeiro. "Agora, precisamos avaliar e acompanhar a qualidade do atendimento prestado pelo Samu, para depois buscarmos mais recursos e aumentarmos o número de unidades", observa. Durante os três dias de congresso, os profissionais terão a chance de trocar experiências positivas e buscar a solução para problemas comuns. "Até abril, vamos atingir a marca de 100 Samus habilitados em todo o país", informa a coordenadora. Segundo ela, cerca de 83,5 milhões de habitantes serão atendidos, tanto em meio terrestre como por helicópteros e ambulanchas. A coordenação do programa ainda está implementando unidades aéreas e fluviais do Samu/192. "Por isso, queremos trazer os profissionais do Samu: para ouvir suas principais dificuldades e para que eles possam trocar experiências", explica Irani. As informações são da Agência Saúde. Mais informações sobre o evento pelo telefone (61) 3315-3518.

Agencia Estado,

16 de março de 2006 | 15h32

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