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Dado Ruvic/Reuters
Dado Ruvic/Reuters

Consórcio da OMS entrega 842 mil doses da Pfizer para o Brasil

O contrato do Ministério da Saúde com consórcio Covax Facility prevê 42,5 milhões de doses de diferentes laboratórios até o fim do ano

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de junho de 2021 | 18h03

O Ministério da Saúde recebeu neste domingo, 20, o primeiro lote da Pfizer proveniente do consórcio Covax Facility, a aliança liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ao todo, 842,4 mil doses do imunizante contra a covid-19 desembarcaram no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, segundo a pasta.

O contrato com o consórcio prevê 42,5 milhões de doses de diferentes laboratórios até o fim do ano. O Covax Facility é formado por mais de 200 países e foi criado para facilitar o acesso a laboratórios e a distribuição de vacina no mundo.

"Até então, o Brasil havia recebido lotes via Covax Facility da vacina da AstraZeneca/Oxford, produzidos na Coreia do Sul e adquiridas através do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)", diz o ministério, em nota. "Todas as mais de 5 milhões de doses já foram distribuídas aos Estados e Distrito Federal. Ainda está prevista a entrega de mais 4 milhões de doses do mesmo laboratório até julho."

No comunicado, a governo Jair Bolsonaro afirma, ainda, ter distribuído 115,6 milhões de doses de vacinas, das quais 86,4 milhões foram aplicadas. "Somente nesta última semana, foram entregues 4,2 milhões de doses para todo o País", diz. "Outra remessa com mais 7,6 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz começou a ser distribuída pela pasta neste domingo."

Nesta semana, o Estadão mostrou que, para cumprir a promessa de imunizar toda a população adulta ao menos com a primeira dose até outubro, os Estados que anunciaram a medida vão precisar pelo menos dobrar o ritmo de vacinação. A previsão tem como base planilha do Ministério da Saúde, que prevê distribuir 213,3 milhões de doses até setembro. 

Pesquisadores avaliam que, apesar de ser possível cumprir os novos cronogramas, a estratégia corre risco de falhar se houver falta de adesão de público ou atrasos importantes na entrega de lotes previstos pelo governo federal. Até o momento, o processo de entrega tem sido marcado por atrasos e lotes menores do que o previsto pelo governo Bolsonaro.

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