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Corpo de empresário sul-africano é cremado no Rio

Ambiente do crematório foi descontaminado para que o caixão fosse levado ao forno

Talita Figueiredo, de O Estado de S. Paulo,

04 de dezembro de 2008 | 20h09

O corpo do empresário sul-africano Willian Charles Erasmus, de 53 anos, que morreu na terça-feira, 2, vítima de febre hemorrágica provocada por um vírus desconhecido, foi cremado nesta quinta-feira, 4, no cemitério do Caju, na zona portuária. O Grupo de Operações de Produtos Perigosos do Corpo de Bombeiros descontaminou o ambiente do crematório para que o caixão fosse levado ao forno. Nesta quinta, 4, 65 pessoas que tiveram contato com o empresário continuavam sendo monitorados pelo Ministério da Saúde. Eles estão tendo a temperatura verificada duas vezes ao dia na tentativa de detectar um possível quadro febril. Até agora, não há nenhum indício de que outra pessoa possa estar infectada. Veja também:Pessoas que tiveram contato com sul-africano mantém rotinaExames de sul-africano que morreu no Rio vão demorar 4 diasSul-africano que morreu no RJ pode ter sido infectado na África Empresário sul-africano é vítima de febre hemorrágica no Rio  O corpo de Willian foi transferido da Casa de Saúde São José, na zona sul do Rio, para o crematório dentro de um caixão de zinco lacrado. Os funcionários que fizeram o transporte do caixão usaram luvas, máscaras, aventais e gorros. O corpo começou a ser cremado no próprio caixão de zinco e a previsão de término da cremação era de seis horas, por causa do material mais resistente.

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