Cuba registra a taxa de mortalidade infantil mais baixa de sua história

País encerrou 2010 com um índice de 4,5 óbitos para cada mil crianças nascidas vivas

Efe

03 Janeiro 2011 | 17h38

HAVANA - Cuba terminou 2010 com uma taxa de mortalidade infantil de 4,5 por mil nascidos vivos, a mais baixa da história do país, segundo dados oficiais divulgados nesta segunda-feira, 3.

"A taxa atingida não é mais que a confirmação de um colossal esforço de um país pobre e criminalmente bloqueado", ressaltou o jornal Granma, órgão oficial do Partido Comunista.

O impresso assinala também, sem detalhar números regionais, que Cuba alcançou o índice de "nação das Américas com mais baixa mortalidade infantil, indicador internacional que mede a qualidade com que uma sociedade atende e protege as gestantes e os recém-nascidos".

Por região, a taxa mais baixa de mortalidade infantil foi encontrada na província de Villa Clara, no centro do país, com 2,5 por mil nascidos vivos.

Os registros apontam que, em 2010, nasceram 127.710 cubanos, número que comparado com o ano anterior representa uma diminuição da natalidade de 2.326 crianças. Além disso, indica que as despesas de saúde pública por habitante - que eram de 3,72 pesos (ou US$ 4,08) por pessoa em 1959, em uma nação com 7 milhões - subiu para 576 pesos (ou US$ 622) per capita para os mais de 11,2 milhões de cubanos atualmente.

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