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Curva de crescimento da criança aponta risco de obesidade

Métodos utilizado por pediatras para avaliar desenvolvimento do bebê pode também servir para prever excesso de peso

estadão.com.br,

08 de novembro de 2011 | 08h15

SÃO PAULO - As curvas de crescimento que os pediatras usam para avaliar o desenvolvimento do bebê podem predizer o risco de a criança ficar obesa mais tarde, mostra um estudo do Children's Hospital Boston, Harvard Medical School and Harvard Pilgrim Healthcare. A pesquisa foi publicada no Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine.

 

O estudo avaliou mais de 44 mil bebês e descobriu que aqueles que subiram dois ou mais percentis na relação peso estatura na curva de crescimento em qualquer momento antes dos dois anos de idade, tinham o dobro do risco para obesidade aos cinco anos de idade e aos 10. O percentil peso e comprimento mostra como o peso do bebê se situa em relação a outros da mesma altura.

 

O estudo também descobriu uma prevalência mais alta de obesiade futura entre bebês que subiram doi oumais percentis antes dos seis meses de idade, o que estavam em um percentil alto já na primeira visita.

 

A descoberta dá subsídios aos pediatras par que possam reconhecer quando um bebê está em risco de se tornar obeso, o que pode ajudar a prevenir a obesidade nos estágios iniciais.

 

Especificamente, o estudo sugere a importância de avaliar quantos percentis a criança atravessa durante os primeiros dois anos de vida, especialmente nos primeiros seis meses.

 

"Não podemos negligenciar esses ganhos precoces e pensar que é apenas gordura do bebê, e and that these children are going to grow out of it," diz Taveras. 

 

"Esses ganhos na curva de crescimento devem desencadear uma discussão entre pais e médicos sobre o que está contribuindo para o rápido ganho. Crianças são diferentes dos adultos, e nós não as colocaríamos de dieta, mas podemos detectar possíveis fatores de risco  precoces que podem ser alvo de aconselhamento

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