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Amira Hissa / PBH
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Depois do Amazonas, BH fecha comércio para conter alta de casos da covid-19

É a terceira vez ao longo da pandemia que o município adota a medida. "Chegamos no limite da covid-19", afirmou o prefeito, em vídeo divulgado nas redes sociais

Leonardo Augusto, Especial para o Estadão

06 de janeiro de 2021 | 20h08

BELO HORIZONTE - Todo o comércio não essencial de Belo Horizonte voltará a ser fechado na próxima segunda-feira, 11, em nova tentativa da prefeitura de buscar conter o avanço do novo coronavírus na cidade. É a terceira vez ao longo da pandemia que o município adota a medida. A primeira foi em 18 de março. Desde então, houve avanços e recuos na reabertura das atividades econômicas na capital.

A medida na capital mineira tem a mesma natureza da ordem judicial que prevê o fechamento das atividades consideradas não essenciais no Estado do Amazonas. Nesta terça-feira, 5, a decisão foi confirmada em segunda instância e deve se estender por 15 dias como estratégia para conter a nova escalada da pandemia na região. 

Em Belo Horizonte, o comércio funciona praticamente de forma normal na cidade, com lojas de rua e shoppings abrindo. A exceção é para bares e restaurantes, que não podem vender bebidas alcoólicas para consumo no local. A partir da segunda-feira, apenas estabelecimentos como supermercados, açougues e sacolões podem funcionar. "Chegamos no limite da covid-19", afirmou o prefeito Alexandre Kalil, em vídeo divulgado nas redes sociais.

O aumento na ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva específicos para covid-19 foi um dos fatores que levaram a prefeitura a tomar a decisão. Segundo relatório divulgado nesta quarta-feira, 6, pela prefeitura, 86,1% desses leitos estão sendo utilizados atualmente. O aumento já é um reflexo do comportamento das pessoas durante as festas de fim de ano. Conforme o prefeito, há casos de famílias inteiras que comemoraram o Natal, se infectaram e agora estão internadas em hospitais particulares da capital.

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