Dia da Família: transformação no convívio será duradoura
Conteúdo Patrocinado

Dia da Família: transformação no convívio será duradoura

Criatividade e esforço serão fundamentais nas novas formas de convivência

Hyundai, Media Lab Estadão
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

18 de maio de 2020 | 16h14

Com a pandemia causada pelo coronavírus, a primeira de grandes proporções registrada na era tecnológica, o convívio entre as famílias está passando por profundas transformações, tanto dentro de casa, quanto na convivência com os familiares que vivem em outras residências. Neste contexto, o Dia da Família, criado em 15 de maio de 1993 pela ONU ganha um significado especial.

Os psicólogos que, por exemplo, já estudavam o impacto das novas tecnologias na vida das pessoas, estão agora, também, avaliando este novo normal. Até que ponto as novas regras que vão precisar ser feitas, enquanto uma vacina não surgir, vão impactar crianças, adultos e idosos?

Como isso afeta a família brasileira

O Brasil, um povo que, em linhas gerais, sempre cultivou o convívio social e o contato físico, poderá ter até sua identidade cultural impactada, segundo Marcelo Santos, professor de Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas.

Para ele, criatividade e esforço vão ser fundamentais para que as novas formas de convivência possam ser agradáveis tanto do ponto de vista mental quanto social. E, o mais importante, seguras para todas as famílias. Para saber mais sobre os impactos psicológicos da nova ordem mundial na vida das famílias, clique aqui.


 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.