Diretor de maternidade em AL minimiza mortes de bebês

A Vigilância Sanitária do Estado de Alagoas espera concluir até sexta-feira o relatório sobre as 21 mortes de bebês prematuros ocorridas no mês de abril nas Unidades de Terapia Intensiva e Cuidados Intermediários da Maternidade Escola Santa Mônica. O diretor da maternidade, José Carlos Silver, afirmou, em nota divulgada pela assessoria da Secretaria de Saúde Estadual, que não há motivos para sensacionalismo.

AE, Agência Estado

28 de abril de 2010 | 19h39

Para ele, o número de mortes representa apenas 5% no universo dos 200 partos realizados mensalmente na Santa Mônica. "Isso evidencia que o porcentual de mortes ocasionado por infecção tardia está abaixo da média aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que corresponde a 10%", afirmou.

Na nota, a Secretaria de Saúde informa que está disponibilizando todo o apoio necessário à Uncisal, que gerencia a maternidade, para manter a normalidade e assistência na Santa Mônica. A Secretaria também desmente a informação de que haveria superlotação na unidade.

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