Dirigente de entidade médica quer que país dobre investimento em saúde

Para presidente da Associação Paulista de Medicina, falta investimento nas unidades de saúde pública

Agência Brasil,

25 de outubro de 2011 | 15h07

Dirigentes de entidades médicas do setor empresarial, além de representantes de órgãos de defesa do consumidor, parlamentares e integrantes da sociedade civil participaram nesta terça, 25, de ato promovido pela Associação Médica Brasileira (AMB) em adesão ao movimento em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Logo após a manifestação, na sede da Associação Paulista de Medicina (APM), no centro da cidade, o grupo saiu em caminhada rumo à Câmara Municipal, a cerca de 500 metros.

 

"Não é mais aceitável conviver com essa situação, em que as pessoas têm grande dificuldade de acesso ao atendimento de saúde", disse Florisval Meirão, presidente da APM e ex-diretor da AMB. Para ele, o grande problema está na falta de financiamento e de investimentos nas unidades de saúde pública.

 

Segundo Meirão, o ideal seria que o país destinasse 7% do Produto Interno Bruto (PIB) ao setor, o que seria o dobro do volume atual.

 

O movimento reivindica assistência médica de qualidade à população, mais recursos para a saúde pública, a valorização dos profissionais de saúde, o apoio aos hospitais filantrópicos e o reajuste da tabela do SUS.

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