Duplica o número de mortes por gripe suína nos EUA

O CDC destacou que o governo está tomando as medidas necessárias para a fabricação de uma vacina

EFE,

19 Junho 2009 | 17h10

O número de mortes causadas pela gripe suína nos Estados Unidos quase dobrou na última semana, passando de 44 para 87, segundo um balanço do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em sua sigla em inglês) publicado nesta sexta-feira, e que elevou o número de infectados para 21.449 no país.

 

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De acordo com a divulgação, a gripe já se estendeu para todos os Estados do país, além do Distrito de Columbia e de Porto Rico, onde há 18 pessoas infectadas.

 

Na sexta-feira, o CDC informou em seu balanço semanal sobre o registro de 17.855 casos da gripe em todo o país e de 45 mortes, mas depois corrigiu esse número para 44.

 

Wisconsin é o Estado que registrou mais casos nesta semana, com 3.008 infectados e uma morte. O seguinte é Illinois, com 2.526 contagiados e oito mortos, e o Texas com 2.519 doentes e 10 mortes.

O estado com maior número de mortes causadas pelo vírus da gripe é Nova York, com um total de 24.

 

Os outros de estados que registraram vítimas mortais são Arizona (7), Califórnia (8), Connecticut (3), Flórida (1), Massachusetts (1), Michigan (2), Minnesota (1), Missouri (1), New Jersey (2), Oklahoma, (1), Oregon (1), Pensilvânia (3), Rhode Island (1), Utah (8), Virgínia (1) e Washington (3).

 

O CDC destacou que o governo americano está tomando as medidas necessárias para a fabricação de uma vacina contra este novo vírus.

 

Por enquanto, o vírus já foi isolado e as autoridades farmacêuticas conseguiram analisar uma amostra, com o objetivo de possibilitar a fabricação da vacina.

 

No entanto, o CDC advertiu que o processo levará vários meses e aconselhou que as medidas para evitar o contágio sejam divulgadas e tomadas, como lavar as mãos com frequência, evitar tocar os olhos e a boca e ficar em casa se perceber os primeiros sintomas da gripe.

 

Segundo o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 70 países registraram casos da doença desde o início do surto, em março.

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