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Entenda os níveis de alerta da saúde pública no Brasil

Escala vai de 1 a 3; nesta terça-feira, Ministério da Saúde classificou a situação do coronavírus como 'perigo iminente'

Redação, O Estado de S.Paulo

29 de janeiro de 2020 | 10h00

SÃO PAULO - Diante dos três casos suspeitos de coronavírus no Brasil, o Ministério da Saúde elevou nesta terça-feira, 28, o nível de alerta no País, que passou de 1 para 2 em uma escala que vai até 3. Agora, o Brasil classifica a situação como perigo iminente de entrada do vírus

Mas você sabe a diferença entre cada um dos níveis de alerta e quando o ministério os emite? Confira a seguir:

  • Nível 1: alerta

Risco de introdução do coronavírus no Brasil é elevado, mas não há casos suspeitos. Centro de Operações (COE) comandado pelo Ministério da Saúde trabalha para detectar casos suspeitos e orientar autoridades sanitárias de portos e aeroportos quanto a medidas de prevenção.

  • Nível 2: perigo iminente

Há confirmação de caso suspeito do vírus. Para atender a uma emergência, governo pode requisitar "bens e serviços" de pessoas físicas e empresas. O COE é ampliado, com presença de órgãos de fora do setor da saúde. Além do isolamento dos casos suspeitos, pessoas que tiveram contato com os pacientes sob investigação passam a ser monitoradas.

  • Nível 3: emergência de saúde pública

É declarada quando confirmada transmissão local do primeiro caso de coronavírus em território nacional. Nesse caso, o COE poderá funcionar no local do caso confirmado, fora do horário comercial, em feriados e fins de semana.

Com a declaração de emergência, Ministério da Saúde passa a estar autorizado a adotar medidas como contratação emergencial de profissionais e acionamento da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), espécie de força-tarefa formada por servidores, profissionais de saúde e voluntários para atuar em situações de crise.

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