Especialistas tiram dúvidas sobre obesidade na infância
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Especialistas tiram dúvidas sobre obesidade na infância

Entrevista será transmitida nas redes sociais do Estadão, com dicas práticas para as famílias

Saúde não se pesa, Estadão Blue Studio
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31 de maio de 2021 | 10h28

 A obesidade infantil, caracterizada pelo excesso de peso na infância e na adolescência, é uma das doenças crônicas que mais preocupam os médicos no cenário contemporâneo. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, do Ministério da Saúde, mostram, por exemplo, que, de cada três crianças e adolescentes no Brasil, um está acima do peso. Quando analisada a faixa etária de 5 a 19 anos de idade, os dados revelam que 17% apresentam sobrepeso, enquanto 11% registram quadro de obesidade.

Para falar sobre a alta incidência desses casos, que têm despertado também a preocupação de mães, pais e cuidadores, o Estadão entrevista nesta segunda-feira (31), às 16h, a endocrinologista pediátrica Ruth Rocha Franco, do Instituto da Criança da Universidade de São Paulo (USP). A conversa será conduzida pela jornalista Rita Lisauskas e transmitida pelas redes sociais do Estadão. 

A programação conta com o patrocínio da Novo Nordisk, idealizadora da campanha Saúde Não se Pesa, e faz parte das ações ligadas ao Dia Mundial de Conscientização da Obesidade Infantil, marcado para o dia 3 de junho em diferentes países. Ao longo da entrevista, a médica irá esclarecer dúvidas gerais e específicas dos internautas em relação ao diagnóstico e ao tratamento da doença, além de oferecer recomendações práticas para as famílias lidarem com essa situação.

Questão multifatorial

Quando uma criança ou um adolescente começa a ganhar mais peso que o normal, é comum as famílias pensarem se tratar de uma mera “fase de crescimento”. A verdade, porém, é que essa situação raramente é revertida, e torna-se um fator de risco permanente para a saúde.

Isso acontece porque a obesidade, seja em adultos ou crianças, é causada por múltiplos fatores, incluindo má alimentação, mas também falta de atividades físicas regulares, genética, situação socioeconômica e o ambiente em que a pessoa vive. Esses fatores vêm sendo agravados ao longo dos anos e foram ainda mais prejudicados pela pandemia do novo coronavírus.

Estudo citado pelo portal da campanha Saúde Não se Pesa, que reúne dados e informações sobre o tema, mostra, por exemplo, que a obesidade entre crianças de 5 a 9 anos no Brasil cresceu mais de quatro vezes desde 1989. Nessa faixa etária, especialmente, os riscos da doença são silenciosos e podem desencadear tanto problemas de saúde física quanto mental, fazendo com que procurar orientação médica desde o princípio seja fundamental para o tratamento.

Diagnóstico adequado

Assim como diabetes ou problemas de pressão alta, a obesidade é uma doença crônica. Isso significa que uma criança identificada com esse quadro precisará manter o acompanhamento médico e nutricional por toda a vida. Caso contrário, a situação pode se agravar ou desencadear novas doenças.

Diferentemente do que acontece com os adultos, porém, o diagnóstico de obesidade infantil não leva em conta parâmetros conhecidos, como o índice de massa corporal (IMC), pois nem todos se aplicam a pessoas menores de 18 anos de idade. O mesmo vale para tratamentos e dietas voltados para os adultos, que, se aplicados de forma errada, podem levar a distúrbios alimentares graves tanto em crianças quanto em adolescentes.

Acesse a página da campanha nas redes sociais @saudenaosepesa

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