Dado Ruvic/Reuters
Dado Ruvic/Reuters

'Estadão' tira dúvidas sobre o avanço das vacinas contra a covid-19 em live com especialistas

Transmissão ao vivo será no Facebook do Estadão, às 11h; mande suas perguntas

Redação, O Estado de S.Paulo

26 de novembro de 2020 | 08h33

Nas últimas semanas, as farmacêuticas por trás das potenciais vacinas mais avançadas contra a covid-19 divulgaram resultados animadores das fases finais de seus estudos clínicos. Em meio a tantos números de eficácia e dados sobre segurança, é natural que surjam dúvidas sobre o que tudo isso realmente significa: podemos comemorar? Quando teremos vacina no Brasil? Quem terá acesso primeiro? Será gratuito? 

Para responder a esses questionamentos, a repórter Fabiana Cambricoli conversa nesta quinta-feira, 26, às 11h, com Isabella Ballalai, médica pediatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), e Natália Pasternak, microbiologista, pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e presidente do Instituto Questão de Ciência. O bate-papo será transmitido no Facebook, às 11h. É possível participar da live enviando suas dúvidas e comentários.

Corrida pela vacina

No dia 18 de novembro, a farmacêutica americana Pfizer concluiu a fase 3 de testes clínicos da vacina BNT162 e relatou eficácia de 95%. A empresa já iniciou o processo de registro do imunizante na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas a necessidade de armazenamento da vacina em temperaturas extremamente frias, de - 70°C, poderia inviabilizar a ampla distribuição no Brasil.

Apesar de ser produzido com tecnologia similar, o imunizante da farmacêutica Moderna, que apresentou eficácia de 94,5% na 1ª análise dos resultados da fase final dos estudos clínicos, pode ser conservado em temperaturas normais de geladeiras por um mês e congelado por até seis meses. 

O Instituto Gamaleya, fabricante da vacina russa Sputnik V, também anunciou os resultados das pesquisas, que apontaram eficácia de 95% contra a covid-19.  Assim como as vacinas da Pfizer e Moderna, deve ser aplicada em duas doses. 

A Universidade de Oxford, que desenvolve um imunizante em parceria com a empresa de biotecnologia AstraZeneca, anunciou nesta segunda-feira, 23, que a vacina ChAdOx1 nCoV-19 pode ter eficácia de até 90%. Este imunizante também pode ser armazenado em geladeiras comuns, o que facilitaria a distribuição no País. 

Para saber mais sobre o status das pesquisas ao redor do mundo, confira o nosso monitor de vacinas.

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