‘Estado’ bate recordes de audiência nas redes sociais com cobertura do coronavírus

‘Estado’ bate recordes de audiência nas redes sociais com cobertura do coronavírus

Em março, jornal dobrou interações no Facebook e no Twitter; no Instagram, já são mais de 1,5 milhão de seguidores e o ‘Drops’ alcançou 14,5 milhões de visualizações, recorde histórico em um mês

Redação, O Estado de S. Paulo

15 de abril de 2020 | 20h01

Com uma cobertura intensa da pandemia do novo coronavírus, as redes sociais do Estado bateram recordes de visualizações e interações no mês de março.

Ao todo, o jornal já soma mais de 12,5 milhões de seguidores em suas quatro principais plataformas (6,6 mi no Twitter, 3,7 mi no Facebook, 1,5 milhão no Instagram e 810 mil no LinkedIn).

Facebook

No Facebook, o Estadão teve mais de 6 milhões de interações em seus posts em março, praticamente o dobro dos índices de meses anteriores (3,3 mi em fevereiro e 3,2 mi em janeiro).

A principal ação do jornal na rede é o grupo #EstadãoInforma: Coronavírus. Criada em março, a comunidade conta com dois médicos especialistas para responder dúvidas dos seus cerca de 4 mil membros no Facebook.

O grupo é alimentado pelo time de Redes Sociais do Estado com o melhor do conteúdo sobre coronavírus produzido pela redação. Diariamente às 16h, há uma live com especialistas baseada em pautas sugeridas pelo grupo. E ao longo do dia, as dúvidas publicadas dos membros são respondidas pelos médicos Jáder Freitas e Renato Grinbaum, que aceitaram colaborar com o projeto voluntariamente.

Twitter

O número de novos seguidores do Estadão no Twitter cresceu de 26 mil em fevereiro para 106 mil em março. Também durante o mês passado, foram mais de meio milhão de visitas ao perfil oficial do jornal e 415 mil menções ao @estadao.

Reforçando a presença na rede, no início de abril, foi lançada a campanha #AbracoNaSaude, que estimula os leitores a tuitarem mensagens de apoio aos profissionais da Saúde que atendem pacientes de coronavírus no Brasil. No site do Estadão, um ‘contador de abraços’ registra o número de interações com a hashtag.

Outra ação no Twitter é o #EstadãoExplica, onde os seguidores escolhem um tema da semana por meio de enquete. A consulta é publicada e fica 24 horas no ar, depois das quais o tema vencedor vira um vídeo curto e direto sobre o assunto.

Instagram

O ‘Drops’ agora acompanha a dinâmica do noticiário. O programa não tem mais horário fixo para começar e, com isso, os stories do @estadao são atualizados ao longo do dia com as principais notícias sobre o coronavírus, sem deixar de lado assuntos mais leves e serviços.

A cobertura da pandemia rendeu um recorde histórico: foram mais de 14,5 milhões de visualizações de stories em março. Ao todo no ano, o Drops já soma 30 milhões de impressões dos usuários. 

As publicações diárias no feed do Instagram foram reforçadas com gráficos que mostram o avanço da pandemia, vídeos explicativos no IGTV e cards informativos. O resultado: 5,6 milhões de interações (curtidas e comentários) em março.

O crescimento também é fruto dos 139 mil novos usuários que começaram a seguir o Estadão no último mês. No início de abril, o jornal atingiu a marca de 1,5 milhão de seguidores no Instagram.

O Estadão ainda apoia uma campanha do Instituto Vita Alere, em parceria com o Facebook e Instagram, compartilhando dicas sobre saúde mental em tempos de pandemia. Saiba mais aqui.

LinkedIn e TikTok

O LinkedIn também acompanha o ritmo da cobertura de coronavírus e dá destaque às análises e conteúdos produzidos pelos jornalistas influenciadores na rede, agora também com lives. No último mês foram mais de 160 mil cliques em publicações do Estadão na rede social corporativa.

Já o TikTok, a mais nova rede social do Estado, mostra bastidores da rotina da redação, conteúdos virais e vídeos de artistas durante a quarentena, voltados ao público jovem.

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