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Estado de SP decide não liberar vacina da gripe para toda a população

Ampliação da campanha foi anunciada em nível nacional pelo Ministério da Saúde; secretaria alega não ter estoque suficiente para ampliar público-alvo

O Estado de S.Paulo

05 Junho 2017 | 16h30

SÃO PAULO - O Estado de São Paulo declarou que não deve estender a aplicação gratuita da vacina contra a gripe para toda a população. A ampliação da 19ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza em nível nacional foi anunciada na sexta-feira, 2, pelo Ministério da Saúde - que também prorrogou o prazo de 26 de maio para 9 de junho.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o fim da restrição das aplicações somente será possível se o ministério enviar doses extras da vacina, o que não está previsto. A pasta informou, também, que foram aplicadas 9,4 milhões de doses entre os grupos prioritários. A meta é que esse número chegue a 10 milhões até o fim da campanha.

"O Estado ainda dispõe de aproximadamente 3,6 milhões de doses destinadas prioritariamente à vacinação dos públicos definidos pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Vale lembrar que o Estado de São Paulo tem mais de 44 milhões de habitantes e, portanto, uma eventual ampliação de públicos depende do envio de quantitativos extras ao Estado. A aquisição e distribuição de doses da vacina compete ao Ministério da Saúde", informou em nota.

O grupo prioritário de aplicação da vacina inclui maiores de 60 anos, crianças entre seis meses e 5 anos, gestantes, professores, pessoas com diabete, hipertensão ou que já foram submetidas a transplantes, indígenas, profissionais de saúde, mulheres que tiveram filhos há menos de 45 dias, além de funcionários e apenados do sistema prisional. 

Na primeira etapa da campanha, foram vacinadas 41,3 milhões de pessoas. De acordo com o ministério, o Amapá foi o único Estado que atingiu a meta, com 95,6% do público-alvo vacinado. Em nível nacional, o objetivo é imunizar 90% das pessoas do grupo prioritário. 

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