REUTERS/Ricardo Moraes
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Estado do Rio tem mais 58 mortos e 670 novos casos de coronavírus

Municípios fluminenses concentram 12,4 mil casos de covid-19, com um total de 1.123 mortes

Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo

05 de maio de 2020 | 21h16

RIO – O Estado do Rio de Janeiro registrou 58 mortes e 670 novos casos da covid-19 no período de 24 horas. Agora são 1.123 os mortos pela doença no Estado, onde há 12.391 casos confirmados. Outras 361 mortes estão sob investigação. As informações são do boletim divulgado na tarde desta terça-feira, 5, pela Secretaria Estadual de Saúde. 

A capital fluminense concentra mais da metade das mortes pelo vírus, com um total de 713 óbitos e 7.832 casos confirmados. O município de Duque de Caxias tem o segundo maior número de mortes (84) e casos (502) no Estado. Em seguida, as cidades com o maior número de vítimas são Nova Iguaçu (49 mortes), Niterói (31), São Gonçalo (26), São João de Meriti (22), Belford Roxo (17), Volta Redonda (16), Mesquita (15), Macaé (14), Maricá (12) e Itaboraí (11).

Outros 38 municípios têm até dez mortes pelo novo coronavírus.

Os 12.391 casos confirmados estão distribuídos pela capital (7.832), Duque de Caxias , Niterói (458), Nova Iguaçu (443), Volta Redonda (358), São Gonçalo (331), São João de Meriti (239), Itaboraí (236), Belford Roxo (200), Mesquita (180), Magé (122), Petrópolis (104), Nilópolis (103), Maricá (91), Campos dos Goytacazes (75), Queimados (72), Nova Friburgo (61), Teresópolis (61), Angra dos Reis (58), Cabo Frio (55), Itaguaí (51), Macaé (50).

Além desses, outros 60 municípios, em todas as regiões do Estado, já foram atingidos pelo coronavírus e têm até 50 casos confirmados da doença. 

Conselho pressiona Witzel

Nesta semana, um conselho composto por cerca de dez profissionais renomados de Saúde entregou ao governador do RioWilson Witzel, uma carta em que pedem a radicalização do isolamento social no Estado para conter o avanço do coronavírus — ou seja, o chamado lockdown. As medidas, discutidas em reunião na última quinta-feira, incluem o bloqueio de estradas e uma proibição efetiva da circulação de pessoas e veículos, que têm aumentado nas últimas semanas. 

O governador, por sua vez, já disse que deveria partir do Judiciário a imposição do fechamento total. 

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