Estudo destaca a necessidade de atenção à saúde óssea
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Estudo destaca a necessidade de atenção à saúde óssea

Documento publicado pela Economist Intelligence Unit traçou um panorama global das melhores práticas no tratamento integrado da osteoporose

Amgen, Estadão Blue Studio
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19 de outubro de 2021 | 12h00

Os países deveriam estar prestando mais atenção aos cuidados com a saúde óssea de seus cidadãos. É essa a mensagem mais importante de um relatório elaborado recentemente pela Economist Intelligence Unit, divisão de pesquisas e análises do Economist Group, a pedido da biofarmacêutica norte-americana Amgen.

Intitulado Integrated Care Pathways for Bone Health: An Overview of Global Policies (Rotas Integradas de Cuidados para a Saúde Óssea: Uma Visão Geral das Políticas Globais, em tradução literal), o documento oferece um panorama das práticas de saúde adotadas por diversos países quando o assunto é osteoporose1.

Embora receba menos atenção que outras doenças crônicas, a osteoporose já representa uma crise de saúde pública global. Um estudo de 2016 publicado pelo Journal of Local and Global Health Science calcula que mais de 200 milhões de pessoas2 são afetadas por ela mundo afora. No Brasil, estima-se que 10 milhões de indivíduos estejam convivendo com a osteoporose3.

Entre os que têm mais de 50 anos, uma a cada três mulheres e um a cada cinco homens sofrerão pelo menos uma fratura devido à osteoporose4. Para mulheres, esse já é um problema que causa mais dias de internação do que diabetes, ataque cardíaco ou câncer de mama.

Além do risco aumentado de morte, as fraturas ocasionadas pela doença podem ser um fator relevante na perda da qualidade de vida, pois frequentemente resultam em dor, redução da mobilidade, isolamento social e depressão.

Com as projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicando que a população acima dos 60 anos vai mais do que dobrar até 20505, a osteoporose tende a se tornar um ponto de estresse ainda maior para os sistemas de saúde.

Brasil

A questão pode ser particularmente urgente para o Brasil, onde o processo de envelhecimento da população tem acontecido de maneira até mais acelerada do que em outras partes do mundo. É o que alerta o gerente-geral da Economist Impact para o Brasil, Marcio Zanetti. “Hoje, temos em torno de 40% de jovens em idade de trabalho como total da população. Em 2000, era algo como 60%. Na Europa, essa queda de 60% para 40% ocorreu em 50 anos”, ressaltou o executivo em entrevista concedida à jornalista Rita Lisauskas.

Na próxima quarta-feira (20), o tema será discutido em profundidade durante o webinar “Os Impactos da Osteoporose – A Importância da Conscientização do Diagnóstico Precoce e de Políticas Públicas no Enfrentamento dessa Doença”, que vai reunir, além de Marcio Zanetti, a Dra. Rosa Maria Pereira, reumatologista do Hospital das Clínicas, e Raphael Câmara, secretário de Atenção Primária à Saúde, do Ministério da Saúde.

Marcado para começar às 15h00, o encontro faz parte do projeto Diálogos Estadão Think e será mediado por Rita Lisauskas.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui.


Referências:

  1. https://globalcoalitiononaging.com/2021/04/09/economist-intelligence-unit-published-briefing-paper-on-integrated-care-pathways-for-bone-health/
  2. https://www.qscience.com/content/journals/10.5339/jlghs.2016.2
  3. https://www.sbemsp.org.br/para-o-publico/noticias/116-conheca-os-numeros-da-osteoporose
  4. https://www.prnewswire.com/news-releases/a-fundacao-internacional-da-osteoporose-fraturas-devido-a-osteoporose-ameacam-a-independencia-dos-idosos-300540130.html
  5. https://jornal.usp.br/atualidades/habitos-de-vida-sao-importantes-para-a-qualidade-de-vida-na-velhice/

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