Andreas SOLARO / AFP
Andreas SOLARO / AFP

EUA recomendam evitar viagem a Coreia do Sul por causa do novo coronavírus

País asiático é o que concentra maior número de casos da doença depois da China; Seul não descarta adotar algum tipo de quarentena

Redação, O Estado de S.Paulo

24 de fevereiro de 2020 | 23h25

WASHINGTON E SEUL - Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), do governo dos Estados Unidos, passaram a recomendar nesta segunda-feira, 24, aos cidadãos americanos que evitem viagens não essenciais a Coreia do Sul por causa da explosão de casos do novo coronavírus no país asiático.

Depois da China, epicentro do surto, a vizinha Coreia do Sul é o país que mais concentra registros da doença, com quase 900 infectados e sete mortes. Seul já admite a possibilidade de adotar medidas de quarentena para frear o avanço do vírus, mas ainda não detalhou ações. 

A mesma orientação para evitar viagens não essenciais já havia sido feita por Washington em relação ao território chinês, o que motivou críticas de Pequim. A Organização Mundial da Saúde não recomenda veto a viagens.

O governo brasileiro não aconselha restrições de viagem e pede somente que cidadãos evitem idas à China. Passageiros vindos de China e Coreia do Sul com sintomas do coronavírus, como febre forte e tosse, serão monitorados pelo Ministério da Saúde. 

O governo sul-coreano monitora e faz testes para identificar se há infecção em outros 13.273 pacientes. Seul afirmou, porém, que as medidas de contenção da epidemia não devem ser tão drásticas quanto aquelas tomadas em Wuhan, região na China central em que começou o surto, ou em 11 cidades no norte italiano, onde já foram registrados sete mortes desde o fim de semana.  /AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

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