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Exames confirmam que H1N1 matou secretário adjunto em Americana

Wellington Carlos Zigarti, de 34 anos, morreu depois de ficar oito dias internado; outras três mortes na cidade estão em investigação

José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo

11 Abril 2016 | 19h09

SOROCABA - Exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz confirmaram o vírus da gripe H1N1 como a causa da morte do secretário adjunto da Educação, Wellington Carlos Zigarti, de 34 anos, em Americana, interior de São Paulo. 

O laudo, divulgado nesta segunda-feira, 11, informa que o gestor público municipal morreu em decorrência de complicações causadas pelo vírus. Ele faleceu no dia 28 de março, depois de ficar oito dias internado no Hospital São Lucas, em Americana.

Zigarti ocupava o cargo de secretário adjunto desde janeiro de 2015. Foi o primeiro caso de óbito por H1N1 registrado na cidade. Outras três mortes estão sendo investigadas por suspeita de terem sido causadas pelo vírus. As vítimas são uma mulher de 31 anos, um bebê de oito meses e um homem de 53 anos. Há ainda 23 casos suspeitos em que os pacientes se recuperaram.

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