Daniel Freire/Gru Airport
Daniel Freire/Gru Airport

Exército e Marinha fazem desinfecção contra o coronavírus no Aeroporto de Guarulhos

Procedimento, que já havia sido realizado em Congonhas, busca minimizar a propagação da covid-19

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de julho de 2020 | 23h11

O Aeroporto Internacional de Guarulhos passou por desinfecção contra o coronavírus nesta quarta-feira. Soldados do Exército e da Marinha atuaram em todos os espaços da área pública do Terminal 2, o mais movimentado. A iniciativa, que durou cerca de três horas, busca minimizar a propagação da covid-19 diante do cenário da retomada gradual da economia e do setor aéreo. 

A iniciativa partiu do 1º Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (1º Btl DQBRN), que já havia realizado o procedimento no Aeroporto de Congonhas, no dia 16 de junho, e em outros lugares. Para fazer a desinfecção, é utilizado o BX24, produto italiano à base de cloro e detergente, diluídos em água.

Desde que foi decretada a pandemia de covid-19, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Aeroporto de Guarulhos tem recebido uma média diária de 15 mil passageiros. Embora o número seja quase 10% do total operacional registrado antes do surto do novo coronavírus pelo mundo, ainda representa uma das maiores movimentações do Brasil. Somente no Terminal 2 é realizada 90% de toda a atividade atual do aeroporto, concentrando operações de embarque e desembarque domésticos, além do procedimento de check-in de algumas companhias aéreas que possuem voos internacionais.

Soldados do 1º Btl DQBRN chegaram a São Paulo na primeira quinzena de junho. Além dos dois aeroportos, outros locais passaram pelo procedimento de desinfecção, como o Hospital Guilherme Álvaro, em Santos, o Hospital Santo Amaro, em Guarujá, a Praça da Bandeira, em Caçapava, a Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga, o Hospital Militar de Área de São Paulo (HMASP), na capital paulista, e o Quartel-General Integrado, sede do Comando Militar do Sudeste (CMSE).

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