Olivier Morin/AFP
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Exerícios e vitamina D ajudam a reduzir riscos de queda

Idosos devem manter rotina de atividades físicas para evitar acidentes, segundo americanos

Reuters

30 de maio de 2012 | 12h36

Adultos - e principalmente idosos - que enfrentam altos riscos de quedas devem manter uma rotina de exercícios e tomar suplementos de vitamina D para reduzir as chances de sofrer lesões, segundo as novas recomendações da Força-Tarefa do Serviço Preventido dos Estados Unidos (USPSTF, na sigla em inglês).

 

As quedas são "um problema comum e geralmente subestimados, porque os médicos podem não ter essa informação dos seus pacientes", disse Albert Siu, médico, professor de medicina em Nova York e vice-presidente do USPSTF. "Questionar os pacientes sobre as quedas e observá-los pode levar à análise de quem pode estar sob risco e quem pode se beneficiar de medidas preventivas", disse.

 

Segundo as novas diretrizes, publicadas nos Anais de Medicina Interna, entre 30% e 40% das pessoas com 65 anos ou mais sofrem quedas sérias ao menos uma vez ao ano, e de 5% a 10% se fere com gravidade, podendo até fraturar costelas.

 

Várias pesquisas foram feitas nos últimos anos acerca do assunto para estudar a prevenção de quedas - e o que não funciona. Por exemplo, a correção da visão, o uso de um acessório chamado de proteção para costelas e a redução de dose de medicamentos não reduzem os riscos, de acordo com as diretrizes.

 

A vitamina D e exercícios físicos, porém, são benéficos para reduzir os riscos entre 13% e 17%. Isso significa que o total de 30 de cada cem idosos que sofrem querdas por ano passaria a 26 a cada cem. Siu afirma, porém, que tanto a rotina de atividades quanto as vitaminas só fariam efeito depois de um ano de sua implementação. 

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