Expectativa de vida nos EUA bate recorde e sobe para 78,1 anos

Em 2006, morreram nos Estados Unidos quase 2,426 milhões de pessoas, cerca de 22 mil a menos que em 2005

Efe

11 de junho de 2008 | 20h48

A expectativa de vida nos Estados Unidos aumentou em quatro meses (0,3 ponto percentual), para 78,1 anos, entre 2005 e 2006, batendo um novo recorde, informou nesta quarta-feira, 11, o National Center for Health Statistics. O tempo de vida médio das mulheres americanas brancas e negras, que vivem mais do que os homens, também aumentou, passando para 81 anos para as primeiras e para 76,9 anos para as segundas, enquanto antes era de 76 e 70 anos, respectivamente. Por sua vez, a expectativa de vida para os homens brancos subiu para 76 anos, enquanto a dos homens negros aumentou para 70. Em 2006, morreram nos Estados Unidos quase 2,426 milhões de pessoas, cerca de 22 mil a menos que em 2005. A queda no número de óbitos fez a taxa de mortalidade cair de 799 mortes por cada 100.000 habitantes (2005), para 776,4 por 100.000 (2006). Além disso, segundo as estatísticas, a incidência de oito das dez principais causas de morte Estados Unidos diminuiu. Também tiveram queda os casos de problemas respiratórios crônicos (6,5%), apoplexia (6,4%), ataques cardíacos (5,5%), diabetes (5,3%), hipertensão (5%), doenças do rim (3.3%), suicídio (2,8%), pressão alta (2,7%), câncer (1,6%) e acidentes (1,5%). Em 2006, foram registradas 12.045 mortes em decorrência da aids, 4,8% menos que no ano anterior. Por sua vez, o mal de Alzheimer ultrapassou o diabetes e se tornou a sexta causa de mortes no país (72.914 casos). Quanto à mortalidade infantil, o estudo indica que a taxa em 2006 foi de 6,7 crianças por cada 1.000 nascimentos, enquanto no ano anterior foi de 6,9. Por estados, o Havaí tem a taxa mais baixa de mortalidade, e o Mississipi, a mais alta.

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