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Expectativa de vida sobe e mortalidade infantil cai no Brasil

OMS diz que longevidade aumentou de 66 para 73 anos e mortes por mil crianças recuaram de 58 para 22

Efe,

21 Maio 2009 | 11h28

O Brasil teve uma melhora sensível em seus indicadores de saúde entre 1990 e 2007, indica o Relatório Estatístico sobre a Saúde no Mundo da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado nesta quinta-feira, 21. A expectativa de vida dos brasileiros saltou de 66 para 73 anos e a mortalidade infantil de crianças menores de cinco anos caiu de 58 por mil nascidos para 22.  

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A OMS ressalta que a expectativa de vida das pessoas das Américas do Norte e do Sul é de 76 anos, a maior entre os cinco continentes. Dividido por sexos, as mulheres do continente americano vivem 78 anos e os homens, 73.

Atrás deles estão os europeus e os habitantes do Pacífico Ocidental, com uma média de 74 anos, enquanto a média no Sudeste Asiático é de 65 anos; de 64 no Mediterrâneo Oriental; e de 52 na África.

Por países, a nação latino-americana com uma expectativa de vida mais alta é Costa Rica, que alcança os 79 anos, e a mais baixa é da Guiana, com 60.

Mortalidade infantil em queda

Em média, a mortalidade infantil no mundo caiu 27% no mundo entre 1990 e 2007. A América Latina é uma das regiões com avanços significativos neste quesito. também fez vários progressos no âmbito da mortalidade infantil.

"A América Latina tem uma média de 19 mortes de crianças com menos de 5 anos por cada mil nascidos vivos, é um grande progresso. Claro que há países que ainda estão muito atrás, mas acho que a região em seu conjunto vai no caminho certo", assegurou Carla Abouzahr, coordenadora do departamento de Estatísticas da OMS.

Cuba, com uma média de seis mortes por cada mil nascidos, é o país com melhores resultados, seguido de Chile, com nove; e Costa Rica, com 11. Os piores indicadores são registrados por Guatemala, 57; Bolívia,57; Guiana, 60; e Haiti, 76. O Brasil tem 22 mortes para cada mil nascidos.

O continente com menor mortalidade infantil é a Europa, com 15 a cada mil; seguido da América, com 19; a zona do Pacífico Oriental, com 22; Sudeste Asiático, com 65; Mediterrâneo Oriental, com 82; e África, com 145.

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