Febrafar estima em 5,7% alta de remédios

Diferentemente do que foi publicado ontem, a expectativa do reajuste dos medicamentos controlados pelo governo não foi informado pela Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma), mas sim pela Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias (Febrafar). O presidente da Febrafar, Edison Tamascia, estima que os mais de 13 mil medicamentos controlados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sejam reajustados em 5,7% em média. Segundo ele, essa é a expectativa não só das redes de farmácias, mas também das indústrias do setor farmacêutico. O índice exato do aumento, porém, ainda não foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), órgão da Anvisa. O governo informou que deverá iniciar as reuniões para definir o porcentual do reajuste nas próximas semanas. A Febrafarma informou ontem que, como não há nenhuma definição mais concreta, ainda é cedo para se pronunciar sobre o aumento deste ano, que deverá entrar em vigor em 31 de março (a data-base do setor). Em 2005, a Cmed determinou que o preço dos medicamentos controlados tivesse três faixas de reajustes distintas. Assim, os laboratórios puderam aumentar em 7,39% os remédios da categoria 1 (cujos genéricos representam 20% ou mais do faturamento). O outro patamar, de 6,64%, foi determinado ao segundo grupo (genéricos faturando entre 15% e 19,9%). O terceiro índice foi de 5,89%.

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