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Fiocruz inaugura hospital de alta complexidade para atender pacientes graves de covid-19

Estrutura, com 195 leitos, não é provisória e seguirá em funcionamento após a epidemia

Roberta Jansen, O Estado de S.Paulo

19 de maio de 2020 | 19h13

RIO - Construído especialmente para atender pacientes graves de covid-19, o novo hospital da Fiocruz começou a receber doentes nesta terça-feira, 19, transferidos pela central estadual de regulação de vagas.

O Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 foi construído em caráter emergencial, em apenas dois meses, mas não é um hospital de campanha; ele continuará operando mesmo depois da epidemia. São 195 leitos de terapia intensiva e semi-intensiva.

Cada um deles conta com um sistema de isolamento com pressão negativa do ar, específico para evitar a contaminação por aerossol. No interior de cada quarto, uma tubulação suga o ar contaminado e filtra-o antes de devolver ao ambiente. O hospital ocupa uma área de 9,8 mil metros, em Manguinhos, na zona norte.

"O novo centro será fundamental para acelerar as pesquisas conduzidas pelo Instituto Nacional de Infectologia (INI) e toda a rede de colaboração da Fiocruz no Brasil e internacionalmente", afirmou a diretora do INI, Valdilea Veloso. "Um exemplo disso é o ensaio Solidariedade, da Organização Mundial de Saúde (OMS), que estuda a eficácia de medicamentos para o tratamento da covid-19."

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