Fiocruz quer produzir dose infantil do coquetel contra Aids

O presidente de Farmanguinhos, Eduardo Costa, espera iniciar a produção até o final do ano

Fabiana Cimieri, de O Estado de S. Paulo,

03 de novembro de 2008 | 18h53

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) encaminhou pedido de registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária para comercializar uma formulação infantil de anti-retrovirais usados no coquetel antiaids.   O presidente de Farmanguinhos, Eduardo Costa, espera iniciar a produção até o final do ano. Segundo a coordenação do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis/ Aids do Ministério da Saúde, atualmente cerca de 7 mil crianças de 0 a 13 anos fazem terapia com anti-retrovirais.   "O objetivo é tornar o tratamento mais conveniente para o paciente", explicou Costa. Os pais acabam tendo dificuldades para medir a dose corretamente, já que os comprimidos têm de ser partidos.   Além disso, atualmente as crianças têm que tomar as pílulas duas vezes ao dia. Com a formulação infantil, a intenção é a de que seja necessário ingerir o medicamento apenas uma vez.   Leria a reportagem complerta na edição desta terça-feira de O Estado de S. Paulo

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