Governo americano libera aulas em escolas fechadas pela gripe

O país é o segundo mais afetado pela doença e o único, além do mèxico, a registrar mortes causadas pelo vírus

EFE,

05 Maio 2009 | 18h05

Os Estados Unidos decidiram, diante da evidência de que os casos de gripe suína detectados são, em geral, brandos, suspender a recomendação do fechamento de colégios quando for detectado um surto, o que permitirá que mais de 300 mil alunos voltem às salas de aula.

 

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"A verdade é que o surto foi muito menos virulento do que temíamos no começo", disse, em entrevista coletiva, a secretária de Saúde dos Estados Unidos, Kathleen Sebelius, que, no entanto, pediu para não baixar a guarda.

 

Ela reconheceu que, até agora, a prioridade era manter os estudantes sãos e salvos, o que havia feito com que recomendassem o fechamento imediato de um centro assim que um caso fosse detectado.

 

Como resultado desta recomendação, na segunda-feira um total de 533 escolas, públicas e particulares, em 24 Estados tinha suspendido as aulas, o que obrigou cerca de 330 mil alunos a ficar em casa.

 

Apesar de nos Estados Unidos terem sido detectados mais de 400 casos de gripe suína, a maioria consiste em ocorrências brandas que não exigem hospitalização, afirmaram tanto Sebelius quanto o diretor interino dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês), Richard Besser.

 

O país registrou, até o momento, duas mortes causadas pela doença.

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