Governo do Estado de São Paulo
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Governo de SP anuncia 'corujão' para procedimentos oftalmológicos

Estado também liberou a contratação de 1.070 novos profissionais da saúde para atender a demanda reprimida no pós-pandemia

João Ker, O Estado de S.Paulo

20 de outubro de 2021 | 12h47
Atualizado 20 de outubro de 2021 | 16h22

Em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, 20, o governo de São Paulo anunciou uma nova etapa do corujão na rede pública de saúde para retomar o atendimento oftalmológico no Estado durante a pandemia da covid-19. O serviço começa a operar a partir da próxima quinta-feira, 21.

O objetivo é zerar a fila dessa especialidade, com uma demanda reprimida de 51 mil procedimentos entre consultas, exames e cirurgias na área, até dezembro deste ano. O atendimento será distribuído entre dez hospitais estaduais e os 46 Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), que passarão a funcionar com horários ampliados nos turnos da manhã e da noite. 

Serão oferecidos 23.112 exames, 16.077 cirurgias de catarata e retina e 11.794 consultas. O investimento na ação será de R$ 14 milhões e ela deve continuar nos meses seguintes. Segundo o governador João Doria (PSDB), o Estado também liberou a contratação de 1.070 novos profissionais da saúde para a rede pública estadual, entre enfermeiros, médicos e demais especialidades. 

Investimento no ensino superior

O governo de São Paulo também anunciou um investimento de R$ 1 bilhão nas três universidades públicas do Estado, USP, Unicamp e Unesp. A verba será destinada à melhoria da infraestrutura física e tecnológica dos campi para atender a retomada presencial das aulas.  

Patrícia Ellen, secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, disse que o crédito suplementar só foi possível graças à reforma administrativa do Estado e que o objetivo é apoiar os estudantes mais vulneráveis do ensino superior. "Além da modernização, conseguimos melhorar a segurança dos nossos alunos, servidores e docentes. Esse recurso adicional é a garantia que as três universidades paulistas vão poder continuar com as suas atividades", afirmou Vahan Agopyan, reitor da USP.

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