André Dusek/AE
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Governo destina R$ 129,5 milhões para combater gripe suína

Do total de recursos, R$ 102,4 milhões são para reforçar as ações que o Ministério da Saúde vem adotando

21 Maio 2009 | 17h42

O governo federal abriu um crédito extraordinário no valor de R$ 129,5 milhões para as ações de prevenção, preparação e enfrentamento da pandemia de influenza A (H1N1), a gripe suína. Medida Provisória publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 21, determina que o valor seja repassado para que seis órgãos do Executivo tomem as providências necessárias para conter a doença.

 

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Do total de recursos, R$ 102,4 milhões são para reforçar as ações que o Ministério da Saúde vem executando. Eles serão utilizados na compra de equipamentos de proteção individual (máscaras, luvas, capote, gorro e avental); atividades em portos, aeroportos e fronteiras; publicidade; kits para diagnóstico laboratorial; e insumos para a produção de medicamentos; entre outras prioridades.

 

Em nota, o Ministério da Saúde reafirma que o Brasil está bem preparado para uma possível pandemia de influenza. Desde o dia 25 de abril, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) notificou o País sobre casos confirmados de infecções da Influenza A (H1N1), o governo federal acionou o Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública para acompanhar e determinar ações de prevenção à doença no Brasil.

Segundo o governo, o Brasil tem 12,5 mil tratamentos prontos contra a gripe A (H1N1) e matéria-prima para produzir outros 9 milhões. Além disso, o país conta com 54 centros de referência preparados para tratar possíveis infectados pelo vírus. Essas unidades se enquadram em parâmetros exigidos pela OMS para o atendimento das vítimas, com área livre para isolamento de contato, equipamentos de proteção individuais para acompanhamento, exames e tratamento dos casos.

 

O diagnóstico específico da doença respiratória é realizado por meio de kits existentes nos três laboratórios de referência da Rede de Vigilância de Influenza: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro; do Instituto Adolfo Lutz (IAL), em São Paulo; e o Instituto Evandro Chagas, em Belém.

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