Gripe: países árabes proíbem ida de crianças ao Hajj

O Hajj, ou peregrinação a Meca, é algo que todo muçulmano deve fazer pelo menos uma vez na vida

AE-AP, Agencia Estado

23 Julho 2009 | 11h55

Reino Unido registra 100 mil novos casos de H1N1 em 1 semanaEm uma tentativa de conter a disseminação da gripe suína, os ministros da Saúde dos países árabes decidiram proibir as crianças, os idosos e as pessoas com quadro clínico crônico de participar da edição deste ano do Hajj, a mais importante peregrinação islâmica. A decisão foi tomada durante uma reunião realizada no Cairo, capital do Egito, e encerrada ontem.

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O Hajj, peregrinação que todo muçulmano deve fazer pelo menos uma vez na vida, atrai anualmente cerca de três milhões de pessoas às cidades sagradas de Meca e Medina. A edição deste ano do Hajj acontecerá em novembro, perto da chegada do inverno no hemisfério Norte. Os ministros esperam que a proibição à presença de crianças, idosos e enfermos reduza drasticamente a probabilidade de contágio.

Os governos dos países islâmicos temem que o vírus da Influenza A (H1N1) encontre terreno fértil para se disseminar nas aglomerações comuns à peregrinação. De acordo com os dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS), a pandemia de gripe já matou mais de 700 pessoas em todo o mundo.

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