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Grupo +Saúde Mais traz informação de qualidade para melhorar o bem-estar da população

Criado em parceria com a Dasa, Hospital Nove de Julho e GeneOne, o encontro virtual tem a participação de diversos brasileiros que querem sanar suas dúvidas sobre câncer

DASA, Estadão Blue Studio
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17 de setembro de 2021 | 15h35

Em 2020, mais de 600 mil novos casos de câncer foram diagnosticados entre os brasileiros, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Entre as mulheres, o câncer de mama é a doença de maior prevalência, correspondendo a quase 30% do total identificado no ano passado.

Para conscientizar ainda mais a população, o Estadão Blue Studio, em parceria com a Dasa, Hospital Nove de Julho e GeneOne, acaba de criar um projeto que trará discussões pertinentes sobre câncer ao longo deste mês. Por meio de um grupo criado no WhatsApp, os participantes tiram suas dúvidas com diversos especialistas.

Assuntos de extrema importância

No dia 10 de setembro, as médicas Bruna Zucchetti, do Hospital Nove de Julho, e Mariana Scaranti, do Nove de Julho e da GeneOne, responderam perguntas sobre câncer de mama e ginecológicos.

O bate-papo começou abordando os exames para detectar nódulos nos seios. Segundo Bruna Zucchetti, o autocuidado e a atenção à saúde são essenciais, incluindo os exames e rastreamento. “De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, as mulheres a partir de 40 anos devem fazer a mamografia uma vez por ano pelo menos. Esse intervalo de tempo pode variar dependendo de cada caso”, conta a médica oncologista.

Se houver alguma alteração na mamografia ou ultrassonografia, aí sim é necessário fazer uma biópsia, que é a retirada de um pedaço do nódulo a fim de identificar se a lesão é benigna ou maligna.

Tratamentos atuais

Feitos os exames e diagnóstico do câncer, é hora de passar para o tratamento. A indicação da melhor terapia irá variar de acordo com o perfil hormonal do tumor, estágio da doença e condições de saúde da paciente. “Os exames genômicos no tumor também podem ajudar a definir a melhor estratégia de tratamento”, explica Mariana Scaranti, lembrando que hoje testes genômicos permitem uma medicina mais e personalizada. Em alguns casos, realizamos testes genéticos no sangue ou saliva para avaliação de risco de câncer de mama e ovário hereditários, e, a partir disso, estratégias de prevenção são colocadas em prática não só para o paciente, mas também para seus familiares.

“Em câncer de mama localizado, basicamente, será necessária uma cirurgia para retirada total ou parcial da mama. Caso o médico tenha optado por tirar uma parte dos seios, é importante complementar com a radioterapia e, em alguns casos, a quimioterapia e hormonioterapia”, afirma Bruna.

No caso de quem foi diagnosticado com tumor triplo negativo, que tem como característica a ausência de expressão de receptores de estrogênio e progesterona, e por isso não respondem à hormonioterapia, o correto é realizar a quimioterapia. “O tratamento geralmente dura de quatro a seis meses”, aponta a médica oncologista.

Atenção aos ginecológicos

Outros tipos de câncer que também merecem bastante atenção das mulheres são os chamados ginecológicos, como câncer de colo de útero, de vagina, de vulva, de ovário, de endométrio, entre outros.

Grande parte dos cânceres de colo uterino podem se desenvolver por conta de uma infecção persistente causada pelo papilomavírus humano (HPV). O papilomavírus humano pode atingir tanto homens quanto mulheres por meio da relação sexual sem proteção.

Por isso, é de extrema importância se prevenir, por meio do uso de preservativos, manter a rotina de check-up, com exames como o Papanicolau, e tomar a vacina contra o HPV. “Quase que 99% dos cânceres de uterino estão relacionados ao HPV. A vacina é de extrema importância para prevenção. As crianças podem ser vacinadas dos 9 aos 14 anos pelo calendário vacinal do Ministério da Saúde. Por outro lado, o sistema privado também dispõe do imunizante, inclusive para pessoas fora destas idades. Converse com o seu médico a respeito”, aconselha Mariana.

A cura é possível

Tudo vai depender do estágio da doença: quanto mais precoce o diagnóstico, maior a chance do câncer ser eliminado por completo. “Tumores muito pequenos, por exemplo, necessitam de uma cirurgia pouco invasiva e com alta probabilidade de cura”, afirma Mariana. Realizar os exames de rotina de acordo com o período indicado pelo médico é bastante eficaz.

Vem mais informação por aí

Na próxima sexta-feira, dia 17/9, a partir das 11h, o hematologista Celso Arrais participará do grupo de discussões para tirar todas as dúvidas sobre câncer no sangue. Quer participar também? Então, é só acessar o link (https://chat.whatsapp.com/KNn6jkCexzl8wrfEgCt2a6) e mandar a sua pergunta. Vale lembrar que as vagas para participar do encontro são limitadas.

 

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