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Haddad diz que região noroeste da capital enfrente foco de dengue

Prefeito pediu ainda que população colabore com prevenção de criadouros de mosquitos

O Estado de S. Paulo

04 de abril de 2014 | 15h11

SÃO PAULO - O prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou nesta sexta-feira, 4, que há um foco de dengue na região do Jaguaré, na zona oeste da capital paulista, na divisa com Osasco. De acordo com ele, trata-se de um caso "extraordinário", não verificado em outras regiões da cidade de São Paulo.

"Ou seja, algo localizado ali, que está destoando de todo o trabalho que foi feito no município. Estamos investigando as causas, parece que há focos específicos nessa região", disse Haddad.

O prefeito ainda pediu que a população contribua para diminuir a incidência da doença. "Nós dependemos muito da comunidade para isso. Não deixar reservação de água aberta, desprotegida, porque é o criadouro do mosquito da dengue. Então, estamos fazendo um apelo para que a comunidade tenha atenção nessa região do Jaguaré, região noroeste da cidade de São Paulo."

Ainda segundo Haddad, a Prefeitura de São Paulo está dialogando com a de Osasco para lidar com as consequências do foco de dengue nas duas cidades. "O prefeito (de Osasco, Jorge) Lapas, com quem já falamos desde ontem está vivendo o mesmo drama, as consequências desse foco. Estamos tentando fazer o mapeamento, para saber por que essa região está sendo tão fortemente afetada, ao contrário dos outros bairros da cidade, que não estão vivendo esse mesmo problema."

Crescimento. Em apenas uma semana, o número de casos de dengue registrados na cidade de São Paulo neste ano cresceu 55%, segundo dados divulgados na quinta-feira, 3, pela Secretaria Municipal da Saúde.

Desde 1º de janeiro, foram notificados 1.166 casos da doença. No balanço anterior, divulgado há uma semana, eram 751.

A zona oeste é a região mais afetada. Três distritos da região já têm surto da doença: Jaguaré, Lapa e Rio Pequeno.

 

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