Heróis do Sorriso
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Segundo Ministério da Saúde, cirurgiões-dentistas são categoria da linha de frente de saúde menos contaminada na pandemia

Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Media Lab Estadão
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25 de outubro de 2020 | 00h00

Hoje é o Dia Nacional do Cirurgião-Dentista. Mais do que nunca, a categoria merece ser celebrada: a performance de seus profissionais neste ano pandêmico revela números surpreendentes. Segundo relatório nacional concedido pelo Ministério da Saúde a pedido do Conselho Federal de Odontologia (1), do total de pessoas infectadas no Brasil, 0,17% são cirurgiões-dentistas. É o menor índice de contaminados entre os profissionais da saúde no front do combate à covid-19. Os cirurgiões-dentistas são considerados linha de frente por terem mantido atendimentos emergências em consultórios e hospitais.

 De acordo com pesquisa realizada junto a 40.269 deles (2), 82% da categoria permaneceram na ativa até nos momentos críticos da pandemia. "Por estarmos habituados a rígidos protocolos de atendimento desde sempre, conseguimos nos adaptar rapidamente às normas de biossegurança demandadas pelo coronavírus, garantindo nossa saúde e a dos pacientes", explica o cirurgião-dentista Marcos Capez, presidente do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP).

O novo momento exigiu onerosas e imediatas reformas na infraestrutura física das clínicas, bem como a compra de equipamentos de proteção individuais (EPIs) – máscaras N95, escudos faciais, jalecos descartáveis. Sem falar na adoção de novos procedimentos na triagem de pacientes, entre os quais medir a temperatura, aplicar questionário específico para covid-19, realizar bochechos antimicrobianos. Tudo em prol da saúde bucal, que também tem o seu dia nacional comemorado na data de hoje e encontra na prevenção sua mais forte aliada.

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O Brasil possui 340.000 cirurgiões-dentistas, 95 mil deles no Estado de São Paulo
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Conselho Regional de Odontologia de São Paulo e do Conselho Federal de Odontologia

 “O nosso maior desafio continua sendo a conscientização da população, que custa a compreender que a saúde começa pela boca. As consultas preventivas são de extrema importância, assim como uma alimentação que evite açúcares, carboidratos, bebidas fermentadas", enfatiza o cirurgião-dentista Rogério Kairalla. Escovação e uso de fio dental após as principais refeições (veja quadro) também são cuidados simples, que reduzem drasticamente a necessidade, o custo e o estresse de um tratamento dentário.

“E ainda protegem cardiopatas, diabéticos e outros pacientes com doenças preexistentes de quadros mais graves, como uma endocardite bacteriana (quando a bactéria se descola da boca até o coração pela corrente sanguínea)”, ressalta o dr. Capez.  O trabalho de conscientização tem valido a pena: “Aos poucos, a cada geração, observamos bocas mais saudáveis”, garante o presidente do CROSP, orgulhoso do bem-estar físico, psicológico e social que os sorrisos garantidos pela sua profissão proporcionam às pessoas.

          


Fontes: 1 e 2 Pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Odontologia

 

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