James Gathany/CDC/AP
James Gathany/CDC/AP

Honduras registra 71 casos de Guillain-Barré vinculados ao zika

País da América Central estima que 31 mil pessoas tenham contraído doenças transmitidas pelo 'Aedes aegypti'

O Estado de S.Paulo

15 Abril 2016 | 13h46

TEGUCIGALPA - Honduras já registra 71 casos da Síndrome de Guillain-Barré desde o início do contágio de zika, vírus que pode estar relacionado com o transtorno, enquanto se mantém em um o número de mortos por causa da doença, informou na quinta-feira, 14, o subsecretário hondurenho de Saúde, Francis Contreras.

Contreras enfatizou que todos os hondurenhos estão "expostos" a desenvolver a síndrome, já que o vínculo entre Guillain-Barré e o zika é "muito alto".

A Síndrome Guillain-Barré causou em março a morte de um homem, apesar de até agora não se saber se tinha o zika, a única vítima até agora.

A Secretaria de Saúde de Honduras fala em cerca de 31 mil pessoas que contraíram zika, chikungunya e dengue em 2016, doenças que são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

As autoridades da área de saúde também registram cerca de 219 casos de mulheres grávidas que contraíram o zika, acrescentou.

O vice-ministro afirmou que as autoridades da área da saúde continuarão com uma campanha nacional de erradicação de criadouros de mosquitos, iniciada há dois meses, com a participação de funcionários públicos, estudantes, igrejas, policiais, militares e representantes do setor privado, entre outros. /EFE

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