Hospitais privados de SP reforçarão combate à nova gripe

Parceria tem como objetivo ampliar a referência e descentralizar a assistência, disse o secretário da Saúde

AE, Agência Estado

30 Junho 2009 | 12h31

SÃO PAULO - Os hospitais particulares do Estado de São Paulo vão reforçar a rede de combate à Influenza A (H1N1), conhecida como gripe suína, ajudando a atender casos suspeitos da doença, segundo anúncio feito hoje pelo secretário da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata. "Muitas pessoas que têm procurado atualmente a rede pública com sintomas de gripe possuem plano de saúde ou são usuárias de hospitais particulares. Por isso, essa parceria tem como objetivo ampliar a referência e descentralizar a assistência", disse o secretário. A expectativa é a de que até o fim desta semana os novos hospitais já iniciem o atendimento de casos suspeitos e a coleta de materiais.    

 

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Segundo ele, com a ampliação do número de hospitais será possível descentralizar o atendimento das pessoas com sintomas da nova gripe e que possuem planos de saúde. A secretaria irá encaminhar, aos novos hospitais participantes da rede, medicamentos antivirais para o tratamento dos casos de gripe A H1N1. As unidades seguirão o mesmo protocolo indicado pelo Ministério da Saúde para definir a internação ou o tratamento domiciliar dos pacientes. Ao todo, 12 unidades privadas de saúde foram convidadas para integrar a rede de referência paulista, que hoje já conta com 18 hospitais públicos.

As novas unidades ficarão responsáveis pela coleta de amostras de secreções nasais e da garganta dos pacientes e por encaminhar o material para exames no Instituto Adolfo Lutz, órgão da secretaria. Para que isso ocorra, foram acionados os hospitais Sírio Libanês, Albert Einstein, São Luiz (que possui três unidades na capital), Santa Catarina, Oswaldo Cruz, Beneficência Portuguesa, Samaritano, Cema, Santa Paula, 9 de Julho e P.S. Sabará. Também estão sendo mobilizados os laboratórios Fleury e Dasa para a realização das coletas nos hospitais privados.

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