Hospital Israelita Albert Einstein
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Hospital Israelita Albert Einstein

Uma história de protagonismo na medicina

Albert Einstein, Estadão Blue Studio
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28 de julho de 2021 | 07h30

Meio século atrás, as doenças infecciosas e parasitárias predominavam no Brasil. A mortalidade infantil era altíssima, a poliomielite não estava eliminada e os exames de imagem basicamente se limitavam ao raio X. Em paralelo, tratamentos para lidar com infarto, diabetes e hipertensão eram escassos. Poucos médicos queriam tratar o câncer. E o Morumbi ficava na zona rural de São Paulo, em um lugar onde pouca gente pensaria em instalar um hospital — muito menos um com a ambição de ser um dos melhores do mundo.

Nesse cenário, em 28 de julho de 1971, era inaugurado o Hospital Israelita Albert Einstein, 16 anos após um grupo de médicos e empresários da comunidade judaica fundar uma sociedade com o objetivo de expressar o seu reconhecimento com o acolhimento no Brasil. Cumprindo os mandamentos de boas ações (mitzvá), assistência à saúde (refuá), justiça social (tsedaká) e educação (chinuch), o hospital se tornou parte fundamental do progresso do País na área da saúde.

Na época de inauguração, as unidades de terapia intensiva (UTI), cruciais para assistir pacientes de alta complexidade, eram novidade, e essa forma de cuidado foi implantada no Einstein já em 1972. A iniciativa serviu de exemplo para a disseminação desse conceito no Brasil.

Enquanto o hospital crescia, na década de 1970, o País vivia uma dramática epidemia de meningite, que matava um a cada sete infectados. Foi, então, desenvolvida campanha nacional de vacinação contra a doença, da qual os funcionários do Einstein participaram voluntariamente, denotando sua responsabilidade social.

A partir dos anos 80, com a chegada das drogas imunossupressoras, os transplantes começaram a se tornar um tratamento viável para diversas doenças. Uma revolução se avizinhava. O Einstein incorporou essa atividade terapêutica desde 1987, com um transplante de medula óssea. Posteriormente, criou o Programa Integrado de Transplante de Órgãos. Hoje, o Einstein é um dos principais centros transplantadores da América Latina e 93% dos transplantes são realizados via SUS.

O Einstein também se destacou no ensino, entre outras ações, com a criação da Faculdade de Enfermagem, que teve seu primeiro ano em 1989, e com o curso de medicina, iniciado em 2016. Já na área de pesquisa, comprovou todo o seu potencial durante a pandemia, com estudos que mudaram a prática clínica da Covid-19. E foi pioneiro em exames de imagem e de laboratório, cirurgia robótica, telemedicina e em modelos de parcerias com o setor público, sempre com olhar inovador e a vontade de contribuir para o aperfeiçoamento de todo o sistema de saúde.

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A medicina do futuro não será baseada em equipamentos, mas em gente qualificada. Para ter qualidade, ela deverá estar cada vez mais ligada ao ensino, à pesquisa e à transparência
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Reynaldo Brandt, ex-presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (1995 a 2001)

Tantas conquistas culminaram em acreditações como a da Joint Comission International, o que comprova a excelência do Einstein. Esses primeiros 50 anos são só o começo da história.


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Somos o ‘hospital das gentes’. Nossa missão é levar tudo o que temos de bom para o resto do Brasil. Estamos prontos para seguir servindo o País e não nos incomodamos de brigar por questões legítimas
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Claudio Lottenberg, ex-presidente (2001 a 2016) e atual presidente do Conselho Deliberativo da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

Cultura da inovação em prol do cuidado

Robôs participando dos atendimentos, inteligência artificial melhorando a capacidade analítica, diagnóstica e agilizando processos... A tecnologia muda o jeito de cuidar da saúde e de lidar com desafios do futuro. Mas, ao contrário do que se teme, a medicina do futuro será mais acessível, humanizada e democrática. É essa a visão do Einstein.

Novas ferramentas facilitam as predições, os diagnósticos e os tratamentos de doenças, ao mesmo tempo que estimulam o autocuidado, por oferecerem informações do paciente sobre a própria saúde. O engajamento do usuário ajuda a melhorar o sistema, e gera um círculo virtuoso.

Recursos como a telemedicina, tracionada pela pandemia, aproximam o médico do paciente. A tendência é que o atendimento a distância se intensifique, inclusive com novos formatos, a fim de garantir um cuidado de qualidade em todos os cantos do Brasil.

O desenvolvimento da assistência remota ainda diminui a necessidade de internações, movimento denominado desospitalização. A ideia é levar cada vez mais o sistema de cuidados com saúde até os pacientes, e não o contrário.

Esse olhar humanizado para a assistência é intensificado pelo Voluntariado Einstein, desde os primórdios. Amparado no apoio humanitário e na promoção da saúde e de ações socioeducativas, o grupo coordena atualmente iniciativas de grande relevância como o Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis, um modelo para entidades do Brasil. Mais uma evidência da qualidade e inovação do Einstein, o Voluntariado é certificado pela ISO 9001, que atesta a profissionalização da gestão e das ações.

Outras ferramentas auxiliam, com base em dados dos pacientes e do sistema de saúde, a fortalecer a medicina personalizada. A partir de informações clínicas, dos hábitos de vida e da genética, entre outras, a tecnologia ajuda a selecionar a melhor abordagem terapêutica, permitindo que o profissional de saúde se dedique menos à doença e mais às necessidades do paciente.

Tudo isso exige uma atualização constante dos profissionais e em pesquisa e ensino. Mas nada substitui a essência da medicina, de uma conexão profunda entre profissionais e pacientes.

  1. Desospitalização

A medicina moderna não é reativa. Ela vai até as pessoas, com foco na atenção primária e na manutenção da saúde. Os pacientes irão cada vez menos ao hospital, mas o hospital de alguma forma irá até eles, como parte desse cuidado. Com apoio da tecnologia, profissionais ganham tempo para se dedicar aos pacientes. A multidisciplinaridade no cuidado, que já é praticada no Einstein, é necessária.

 

  1. Inteligência artificial/Big Data

Algoritmos estão em todos os lugares, até na saúde! No Einstein, um sistema pioneiro e altamente seguro permite que as informações dos prontuários de cada paciente internado sejam analisadas em tempo real. Se algum parâmetro sofre alterações, a equipe é acionada na hora. Com esse tipo de sistema inteligente, o risco de reinternação despenca, exames são otimizados e quem precisa de cuidado o recebe rapidamente, em qualquer lugar.

 

  1. Medicina de precisão

Na virada do século 21, a medicina entrava na era genômica, ciência que decodifica as informações do DNA e permite a busca de tratamento para as mais diferentes doenças. No âmbito do Proadi-SUS, o Einstein se dedica a terapias avançadas contra alguns cânceres (como a das células CAR-T contra linfomas), a edição gênica para consertar o gene que causa a anemia falciforme, entre outras.

 

  1. Telemedicina e saúde digital

Um desafio é oferecer acesso a serviços de qualidade para toda a população, e a telemedicina é uma aliada nessa trajetória. No projeto Tele-UTI, intensivistas do Einstein acompanham, a distância, pacientes de hospitais públicos de todo o Brasil. Há ainda um serviço de apoio a médicos da atenção primária da região Norte. Além disso, novos apps e dispositivos são aliados na transformação do cuidado.

Saiba mais em 50anos.einstein.br

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O papel do Einstein é criar soluções inovadoras para os principais desafios do sistema de saúde. Nós buscamos a melhor forma de entregar saúde, bem-estar e sustentabilidade, não apenas diagnóstico e tratamento. E isso não tem fim
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Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (2016 em diante)

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