Hospital São Paulo fecha pronto-socorro para reforma a partir desta segunda-feira

O prazo de duração das obras é de quatro meses; durante esse período, a recomendação é para que a população procure a UPA 24 horas mais próxima de sua residência

Renata Okumura - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - O Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), anunciou o fechamento do pronto-socorro a partir de segunda-feira, 23, para reforma no local, que deve durar em torno de quatro meses. O objetivo é realizar adequações sanitárias, de conforto e de acessibilidade, respeitando a atualização das normas vigente. 

Durante esse período, a recomendação é para que a população procure a UPA 24 horas mais próxima de sua residência.

A Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (CROSS), responsável pela regulação e encaminhamentos médicos de urgência, emergência, ambulatorial e outros suportes à saúde, destinará as demandas para outros hospitais do município e da Grande São Paulo.

Continua após a publicidade

Hospital São Paulo fecha pronto-socorro para reforma a partir desta segunda-feira Foto: Helvio Romero/Estadão

Para a realização da obra, o hospital recebeu R$ 8 milhões por parte do Governo do Estado, em caráter emergencial. "A reforma do PS do Hospital São Paulo contempla a renovação das redes elétrica, hidráulica, gases a área de gerador, além de separação de entrada infantil e adulta, entre outras adequações necessárias para cumprimento das normas sanitárias e de segurança atuais, de forma a garantir a alta qualidade no atendimento e na formação médica e multiprofissional", afirmou, em nota, Nacime Salomão Mansur, diretor-superintendente do hospital. 

Mergulhado em crise financeira agravada na pandemia, o Hospital São Paulo é alvo de frequentes protestos de pacientes, médicos e funcionários. Eles reclamam das más condições do pronto-socorro, da falta de remédios e outros insumos e da redução de pessoal promovida nos últimos dois meses. Em sua primeira entrevista no cargo, em 4 de abril, Mansur falou ao Estadão sobre a penúria da instituição e o plano de reestruturação.  O médico assumiu a superintendência do hospital em fevereiro, com a meta de promover uma “operação salvamento”.

Tudo o que sabemos sobre:

Encontrou algum erro? Entre em contato

Hospital São Paulo fecha pronto-socorro para reforma a partir desta segunda-feira

O prazo de duração das obras é de quatro meses; durante esse período, a recomendação é para que a população procure a UPA 24 horas mais próxima de sua residência

Renata Okumura - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - O Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), anunciou o fechamento do pronto-socorro a partir de segunda-feira, 23, para reforma no local, que deve durar em torno de quatro meses. O objetivo é realizar adequações sanitárias, de conforto e de acessibilidade, respeitando a atualização das normas vigente. 

Durante esse período, a recomendação é para que a população procure a UPA 24 horas mais próxima de sua residência.

A Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (CROSS), responsável pela regulação e encaminhamentos médicos de urgência, emergência, ambulatorial e outros suportes à saúde, destinará as demandas para outros hospitais do município e da Grande São Paulo.

Continua após a publicidade

Hospital São Paulo fecha pronto-socorro para reforma a partir desta segunda-feira Foto: Helvio Romero/Estadão

Para a realização da obra, o hospital recebeu R$ 8 milhões por parte do Governo do Estado, em caráter emergencial. "A reforma do PS do Hospital São Paulo contempla a renovação das redes elétrica, hidráulica, gases a área de gerador, além de separação de entrada infantil e adulta, entre outras adequações necessárias para cumprimento das normas sanitárias e de segurança atuais, de forma a garantir a alta qualidade no atendimento e na formação médica e multiprofissional", afirmou, em nota, Nacime Salomão Mansur, diretor-superintendente do hospital. 

Mergulhado em crise financeira agravada na pandemia, o Hospital São Paulo é alvo de frequentes protestos de pacientes, médicos e funcionários. Eles reclamam das más condições do pronto-socorro, da falta de remédios e outros insumos e da redução de pessoal promovida nos últimos dois meses. Em sua primeira entrevista no cargo, em 4 de abril, Mansur falou ao Estadão sobre a penúria da instituição e o plano de reestruturação.  O médico assumiu a superintendência do hospital em fevereiro, com a meta de promover uma “operação salvamento”.

Tudo o que sabemos sobre:

Encontrou algum erro? Entre em contato

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.