TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO
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Indígenas, motoristas e detentos podem tomar vacina contra a gripe comum a partir desta quinta, 16

Embora a vacina contra a influenza não proteja contra o novo coronavírus, recomenda-se a vacinação porque a gripe comum também pode trazer riscos à saúde da população de risco, levando a internações e até mortes

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de abril de 2020 | 22h04

A partir desta quinta-feira, 16, poderão tomar a vacina contra a gripe os indígenas, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, caminhoneiros, motoristas e cobradores de ônibus, profissionais portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes em medida socioeducativa e detentos. 

A vacina aplicada neste ano protege contra os três tipos de vírus da gripe que mais circularam no Hemisfério Sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2)

Embora a vacina contra a influenza não proteja contra o novo coronavírus, recomenda-se a vacinação porque a gripe comum também pode trazer riscos à saúde da população de risco, levando a internações e até mortes. Além disso, com a população vacinada, é uma forma de facilitar o diagnóstico de suspeita da covid-19.

A campanha de vacinação teve início em 23 de março, e o público-alvo eram os idosos, profissionais da saúde e da força de segurança. Segundo o Ministério da Saúde, 18,9 milhões de idosos (90% da meta) no País foram imunizados. Também foram vacinados 3,8 milhões de trabalhadores da saúde  (75,5%).

Aos caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivo e trabalhadores portuários, recomenda-se que apresentem algum documento comprobatório, como carteira de trabalho ou carteira de habilitação (categorias C ou E) nos postos de vacinação. 

A campanha de vacinação vai até 22 de maio. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos.

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