Iniciada autópsia da francesa que havia pedido eutanásia

Chantal Sébire sofria de doença incurável e tinha ido à Justiça para solicitar direito a eutanásia

Efe,

20 de março de 2008 | 22h19

Por decisão da Justiça e contrariando o desejo de seus familiares, foi realizada nesta quinta-feira, 20, a autópsia de Chantal Sébire, que sofria de uma doença incurável e que tinha ido à Justiça para solicitar eutanásia, informou o diário Le Figaro. Chantal morreu na quarta-feora, 19, em sua casa perto de Dijon, ao leste do país, dois dias depois de ter seu pedido de eutanásia negado pela Justiça.   Veja também: Francesa luta na Justiça por direito de eutanásia    Os resultados da autópsia poderão ser divulgados nesta sexta-feira, ainda de acordo com o Le Figaro, que acrescenta que, após várias horas de reflexão, a Promotoria de Dijon decidiu ordenar a autópsia, contrariando familiares e o advogado de Chantal.   Até o momento, nada permite duvidar de que a morte da ex-professora de 52 anos e mãe de três filhos não tenha sido natural: os testemunhos de sua família e as constatações fazem pensar que faleceu como conseqüência de sua doença.   A doença que afligia Chantal era pouco comum, degenerativa e incurável, e já havia desfigurado seu rosto, além de causar fortes dores.  

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