Instituto do Câncer atuará começará a operar com restrições

Nesta primeira fase, Instituto fará apenas consultas ambulatoriais e quimioterapia

Elizabeth Lopes, Agência Estado

06 de maio de 2008 | 21h09

O Instituto de Câncer de São Paulo, inaugurado nesta terça-feira, 6, atuará nesta primeira fase com consultas ambulatoriais e tratamento de quimioterapia em pessoas que já tenham diagnóstico fechado de câncer. A Secretaria estadual de Saúde destaca que o hospital será voltado basicamente para casos complexos, que exijam tratamento altamente especializado.   Nesta fase, serão encaminhados ao instituto os pacientes do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC), com ampliação das vagas oferecidas atualmente pela Faculdade de Medicina da USP, gestora do instituto e do próprio HC. Até o início do ano que vem, com a ativação de mais alas, o instituto poderá atender à população encaminhada por hospitais e ambulatórios da capital, via call center da Secretaria de Estado da Saúde.   Ainda de acordo com informações da secretaria, para os pacientes da Grande São Paulo, interior e litoral do Estado, a marcação de consultas poderá ser feita, a partir do próximo ano, por meio dos Departamentos Regionais de Saúde, órgãos da secretaria, que irão colocar suas centrais de regulação de vagas à disposição dos hospitais e ambulatórios em cada região do Estado.   Pesquisa   O Instituto do Câncer vai adotar uma linha de pesquisa em oncologia inédita no Brasil, denominada técnica de molecular imaging, que permite mapear a pré disposição das células do corpo humano em desenvolverem algum tipo de câncer. Um acordo firmado com a empresa G&E vai permitir a cessão do equipamento necessário para a pesquisa, o Ciclotron. A nova tecnologia irá auxiliar o instituto nos estudos científicos para o desenvolvimento de novos medicamentos que, no futuro, poderão agir na prevenção de determinados tipos de câncer.   Outro avanço do novo hospital é a plataforma de comunicação montada pela Telefonica que vai permitir, por exemplo, que uma cirurgia seja transmitida pela internet, podendo um médico de qualquer lugar do mundo opinar e participar dos procedimentos.

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