Jason Lee / Reuters
Jason Lee / Reuters

Instituto Nacional do Câncer faz alerta sobre cigarro eletrônico

Segundo Inca, dispositivos também são responsáveis por vários acidentes que provocam queimaduras e até morte

Agência Brasil, O Estado de S.Paulo

10 de dezembro de 2019 | 21h05

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) publicou nesta terça-feira, 10, um alerta sobre o uso de dispositivos eletrônicos para fumantes (cigarros eletrônicos), que funcionam com bateria e têm diferentes formas e mecanismos, contendo inúmeras substâncias tóxicas, na maioria aditivos com sabores de nicotina, droga que causa dependência química.

Conforme o Inca, os dispositivos eletrônicos também são responsáveis por vários acidentes por explosões das baterias, que provocam queimaduras, perda de partes do corpo e até morte. O instituto alerta ainda que o líquido, contendo nicotina, pode provocar princípios de incêndio em residências e doença pulmonar severa, caso inalado, principalmente por crianças.

Estudos científicos demonstram que um jovem começar a fumar cigarros convencionais quadruplica com o uso dos dispositivos eletrônicos. Resolução Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2019 proíbe a comercialização, importação e propaganda de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar. O Inca reafirma sua posição à manutenção da medida tomada pela Agência reguladora de saúde.

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