Liderança em mortes é retrato de um momento, diz Temporão

O ministro disse acreditar que quadro da gripe é dinâmico e que, dentro de dois meses a situação deve mudar

Lígia Formenti, O Estado de S. Paulo

27 Agosto 2009 | 16h01

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, procurou relativizar o fato de o Brasil ser o primeiro colocado no número de mortes por influenza A (H1N1) no mundo. "Este é o retrato de um determinado momento", afirmou Temporão. O País registra até agora 557 óbitos pela doença.

 

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Os Estados Unidos, segundo colocado, tem 522 mortes provocadas pela infecção. Temporão disse acreditar que o quadro da gripe é bastante dinâmico e que, dentro de dois meses, quando o inverno chegar no Hemisfério Norte, a situação deverá mudar, com tendência de aumento de casos nos países do norte.

 

O ministro disse ainda ser preciso levar em consideração a proporção de óbitos de acordo com a população de cada país. Em números relativos, o Brasil tem a sétima maior taxa de mortalidade (de 0,29 por 100 mil). "Algo parecido com países mais ricos", comparou. A Argentina, com 439 mortes, tem a maior taxa de mortalidade, de 1,08, seguida pelo Chile (0,75), Costa Rica (0,67), Uruguai (0,65), Austrália (0,61) e Paraguai (0,61).

 

 

 

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