Macaco morto em Brasília não tinha febre amarela

O paciente Graco Carvalho Abubakir, de 38 anos, morreu de febre amarela silvestre em Brasília

11 de janeiro de 2008 | 14h17

O macaco morto no Parque Nacional de Brasília não tinha febre amarela. O laudo do Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, foi divulgado nesta sexta-feira, 11, pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Foram encontrados dois macacos mortos no Parque Nacional, mas até agora apenas um laudo foi concluído.   Na quinta-feira, o Ministério da Saúde havia confirmado que Graco Carvalho Abubakir, de 38 anos, morreu mesmo de febre amarela silvestre em Brasília, na terça-feira. Esse é o único caso confirmado até agora, apesar de outras mortes terem ocorrido com suspeita da doença. Outros três casos foram descartados: um em Goiás, outro em Minas Gerais e um em São Paulo.   Em nota divulgada na quinta, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais informou que Geraldo Jaider Rocha, pecuarista de 48 anos internado no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, não tem febre amarela. Rocha é natural de Acrelândia (AC) e, sentindo-se mal, viajou para a capital mineira, onde tem parentes, para se tratar.   A notícia de mortes por suspeita de febre amarela no Distrito Federal e a recomendação, feita por autoridades sanitárias, de que todas as pessoas que viajam para regiões endêmicas devem se vacinar contra a doença, provocou uma grande procura pela vacina em várias cidades do Brasil.   Mais de 500 pessoas foram atendidas ontem no posto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A média em dezembro foi de 100 imunizações por dia.

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