Mais americanos sabem que têm pressão arterial elevada e fazem tratamento

Cerca de 30% da população nos EUA tem problema, mas índice se mantém inalterado há 10 anos

Reuters

28 Outubro 2010 | 19h18

WASHINGTON - Cerca de 30% dos americanos têm pressão arterial elevada - índice inalterado há 10 anos -, mas muito mais pessoas têm conhecimento disso e estão sendo tratadas, informam pesquisadores do governo na última quarta-feira.

A pressão arterial elevada é definida quando pressão sistólica (máxima) alcança um valor de 140 mmHg (milímetros de mercúrio) ou superior e a pressão diastólica (mínima) atinge 90 mmHg ou mais, de acordo com estatísticas compiladas pela Sung Sug (Sarah) Yoon Ostchega Yechiam e Tatiana Luís do National Center for Health Statistics.

Esse número não mudou desde 1999, e os percentuais têm permanecido estáveis entre homens e mulheres, em todos os grupos etários, e para brancos não-hispânicos, negros não-hispânicos e mexicanos-americanos.

Outras constatações da pesquisa:

* Entre 1999 e 2000, 69,6% dos adultos com pressão arterial alta nos EUA sabia disso, e em 2008 esse índice subiu para mais de 80%;

* Em 2008, cerca de 74% dos pacientes tomavam medicamentos para tratar o problema, contra 60% entre 1999 e 2000;

* Mais de 48% dos adultos com pressão arterial elevada têm isso sob controle, em comparação com 30% entre 1999 e 2000;

* Essas estatísticas são baseadas na Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição dos EUA, um extenso questionário e exames físicos feitos com mais de 9 mil pessoas.

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