Museu de História Natural/Reprodução
Museu de História Natural/Reprodução

Mais de 200 rãs e sapos vivos invadem Museu de História Natural de NY

Entre os animais estão espécies do Brasil, Argentina, México, Suriname e Venezuela

Efe

27 Maio 2011 | 15h15

Nova York - Cerca de 200 rãs e sapos de diversas partes do mundo, incluindo vários países da América Latina, protagonizarão a partir deste sábado uma exposição no Museu de História Natural de Nova York que estuda a vida desses animais e explora seu importante papel nos ecossistemas.

"Graças às pesquisas mais recentes estamos começando a entender o papel deles na natureza", disse nesta sexta-feira em comunicado o responsável da mostra, Christopher Raxworthy, enquanto explicou que a exposição busca "oferecer um olhar ao mundo destes animais e aos últimos descobrimentos sobre eles".

Assim, até 8 de janeiro de 2012, os visitantes poderão descobrir 25 espécies de rãs e sapos provenientes da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, México, Nicarágua, Paraguai, Suriname, Uruguai e Venezuela, em reconstruções muito fiéis de seus hábitats.

A mostra, sob o título "Frogs: A Chorus of Colors" (Rãs: Um Coro de Cores, da tradução livre), já fez parte da programação do museu nova-iorquino em 2004, mas voltou "pela grande procura do público", assinalou a instituição.

Para mostrar "a diversidade e o colorido" destes animais, as espécies escolhidas vão desde o pequeno sapo dourado de Madagáscar, que mede três centímetros, até o gigantesco "sapo touro africano" que pode chegar a medir 20 centímetros de diâmetro.

No entanto, a parte principal da exposição é formada por um espaço com até 80 espécies de sapos conhecidos como "sapos veneno de dardo", que recebem este nome pelo grupo indígena colombiano emberá do Chocó, que emprega o veneno destes animais nas pontas de suas lanças, indicou o museu.

A instituição especificou que estes sapos venenosos foram criados em cativeiro, com uma dieta que não lhes permite desenvolver estes componentes venenosos.

Na exposição, que também inclui exemplares da China, Quênia, Madagáscar, Mianmar, Rússia, Estados Unidos e Vietnã, se explora de forma didática a evolução e a biologia dos anfíbios e as ameaças que sofrem "em um mundo no qual os ecossistemas não param de mudar".

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