Armando Franca/ AP
Armando Franca/ AP

Média móvel de mortes por covid-19 no Brasil é a maior desde julho

No total são 222.775 mortes registradas e 9.119.477 pessoas contaminadas no País

Andreza Galdeano, O Estado de S.Paulo

29 de janeiro de 2021 | 20h05

A média móvel de mortes por covid-19, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 1.068 nesta sexta-feira, 29. Essa é a maior média desde 16 de julho, quando o número de óbitos diários chegou a 1.081.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, foram registrados 1.099 novos óbitos nas últimas 24 horas e 58.691 casos.

No total são 222.775 mortes registradas e 9.119.477 pessoas contaminadas no Brasil, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h. 

O Estado de São Paulo, epicentro da doença no País, chegou a 52.722 mortes e 1.759.957 casos confirmados. Entre o total de casos diagnosticados, 1.496.420 pessoas estão recuperadas. 

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 69,4% na Grande São Paulo e 69,9% no Estado. O número de pacientes internados é de 13.113, sendo 7.206 em enfermaria e 5.907 em unidades de terapia intensiva, conforme dados desta sexta-feira.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Nesta sexta-feira, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 59.826 novos casos e mais 1.119 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 9.118.513 pessoas infectadas e 222.666 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

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