Tiago Queiroz/ Estadão
Tiago Queiroz/ Estadão

Média móvel de mortes por covid-19 no Brasil fica em 777 nesta quarta-feira

Dados do consórcio de veículos de comunicação apontam 979 novos óbitos nas últimas 24 horas, com 46.657 novos diagnósticos confirmados. Quantidade total de mortes se aproxima das 190 mil

Marco Antônio Carvalho, O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2020 | 20h14

A média móvel de mortes causadas por covid-19 ficou em 777 vítimas nesta quarta-feira, 23, no Brasil. Esse tipo de média leva em consideração dados dos últimos sete dias para corrigir distorções provocadas pelas variações nos registros. Nas últimas 24 horas, o País registrou 979 novos óbitos e 46.657 novos diagnósticos confirmados. 

Os dados são reunidos pelo consórcio de veículos de comunicação a partir dos registros das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio é formado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL. No total, o Brasil já chegou a 189.264 mortes causadas pela covid-19 desde o início da pandemia, em meio a 7.366.677 casos confirmados. 

De acordo com o Ministério da Saúde, 6.405.356 pessoas se recuperaram da doença, em meio a 7.365.517 casos confirmados. Os dados da pasta diferem dos registros do consórcio em razão da metodologia de coleta. Os números do ministério mostram 189.220 óbitos, 961 deles nas últimas 24 horas. 

O País vivia a expectativa nesta quarta-feira da divulgação dos dados da eficácia da coronavac, imunizante desenvolvido em uma parceria da Sinovac com o Instituto Butantã. O governo paulista disse que a vacina é eficaz, mas os números não foram divulgados. A justificativa para o novo atraso na divulgação das informações foi a de que a Sinovac solicitou a base de dados para mais análises. É a quarta vez que a apresentação dos resultados de eficácia é adiada.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

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