Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Média móvel diária de mortes por covid-19 no Brasil fica em 544

Nas últimas 24 horas foram registrados mais 35.686 casos e 744 óbitos

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2020 | 20h16
Atualizado 19 de novembro de 2020 | 21h38

O Brasil contabilizou nesta quinta-feira, 19, uma média móvel de 544 óbitos por dia devido a covid-19, número que compila dados dos últimos sete dias. Nas últimas 24 horas foram registrados mais 35,686 casos e 644 mortes, segundo levantamento feito por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de saúde.

O número total de casos chegou a 5,983,089 e de mortes 168,141. O balanço é feito a partir de dados divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 5,407,498 brasileiros se recuperaram da doença e outros 406,208 seguem em acompanhamento.

Em números absolutos, São Paulo é o Estado com maior número de casos e mortes: 1,191,290 diagnósticos confirmados e 41,074 óbitos. Na sequência estão Minas Gerais (390,337 mil casos e 9,648 mil mortes), Bahia (380,294 mil casos e 8,038 mil mortes) e Rio de Janeiro (334,514 mil casos e 21,806 mil mortes).

No dia 6 de novembro, houve dificuldade de acesso ao e-SUS. Por isso, vários estados divulgaram dados incompletos ou sequer conseguiram registrar informações. Isso terá reflexo nas indicações de tendência de alta, estabilidade ou queda no número de mortes, nos estados e também nos percentuais nacionais.

O Brasil é o segundo país com mais mortos, atrás apenas dos Estados Unidos, que registrou 250,409 mortes por covid-19. No total de infectados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil fica atrás dos Estados Unidos e da Índia.

Parceria

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, e feito em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde. Os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. De forma inédita, a iniciativa foi uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia e se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

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