Nilton Fukuda/Estadão
Nilton Fukuda/Estadão

Média móvel diária de mortes por covid-19 no Brasil fica em 584

O País teve 754 novos óbitos em decorrência da doença nas últimas 24 horas, com 38.401 novos casos. Quantidade total de vítimas é de 167.497

Larissa Gaspar, O Estado de S. Paulo

18 de novembro de 2020 | 20h01

O Brasil contabilizou nesta quarta-feira, 18, uma média móvel de 584 óbitos por dia devido a covid-19, número que compila dados dos últimos sete dias. Nas últimas 24 horas foram registrados mais 38.401 casos e 754 mortes, segundo levantamento feito por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de saúde.

O número total de casos chegou a 5.947.403 e de mortes 167.497. O balanço é feito a partir de dados divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 5.389.863 brasileiros se recuperaram da doença e outros 388.531 seguem em acompanhamento.

Em números absolutos, São Paulo é o Estado com maior número de casos e mortes: 1.184.496 diagnósticos confirmados e 40.927 óbitos. Na sequência estão Minas Gerais (387,7 mil casos e 9,6 mil mortes), Bahia (377,7 mil casos e 8 mil mortes) e Rio de Janeiro (332,3 mil casos e 21,6 mil mortes).  Nesta quarta-feira, a Prefeitura do Rio de Janeiro emitiu um alerta para o aumento de casos de covid-19 na cidade. Até terça-feira, 17, segundo o governo estadual, 12.653 moradores do Rio haviam morrido de covid-19, e a doença atingira 127.921 pessoas.

O Brasil é o segundo país com mais mortos, atrás apenas dos Estados Unidos, que registrou 249.935  mortes por covid-19. No total de infectados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil fica atrás dos Estados Unidos e da Índia.

Parceria

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, e feito em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde. Os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. De forma inédita, a iniciativa foi uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia e se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais

 

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